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19.02.2017 - Comemora-se o 109º aniversário de nascimento do cantor, compositor, radialista, musicólogo, pesquisador e produtor radiofônico ALMIRANTE (Henrique Foréis Domingues) de 1908. Famoso acima de tudo por sua atuação como radialista, Almirante ganhou o apelido por ter servido na Marinha em 1926-27, depois de trabalhar como caixeiro. Começou na música atuando como cantor e pandeirista no grupo carioca Flor do Tempo, que mais tarde, com a entrada de Noel Rosa, passou a se chamar Bando de Tangarás. O primeiro disco foi lançado em 1929, com o samba de Almirante "Na Pavuna" (com Candoca da Anunciação), o primeiro a usar percussão no estúdio de gravação. Um ano depois do sucesso no carnaval de 1930, o Bando se desfez. Almirante continuou como cantor, notabilizando-se com sambas e músicas de carnaval, como "O orvalho vem caindo" (N. Rosa e Kid Pepe), "Yes, nós temos bananas" e "Touradas em Madri" (J. de Barro e A. Ribeiro). Seu programa Curiosidades Musicais (1938) foi o primeiro no Brasil a usar técnica de montagem. Na década de 40 Almirante abandonou a carreira de cantor e passou a se dedicar exclusivamente à atividade de radialista. Em 18 anos, comandou 20 programas de rádio. Uma de suas principais batalhas, nos anos 50, foi pela recuperação de músicos já então esquecidos, como Donga, João da Baiana, Pixinguinha e outros. Com essa preocupação, Almirante passou a se interessar pela preservação da história da música popular brasileira, tornando-se um dos primeiros e mais importantes pesquisadores nessa área. Em 1963 lançou o livro "No Tempo de Noel Rosa", doando dois anos depois seu acervo para o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Em 1990 passou de biógrafo a biografado, quando Sérgio Cabral lançou "No Tempo de Almirante - Uma História do Rádio e da MPB".

Raro vídeo do Bando de Tangarás - Vamos falar do norte
Almirante é quem está cantando, Noel Rosa ao violão no cando superior esquerdo (a única imagem em movimento conhecida), Henrique Brito ao violão no canto superios direito, Daniel Simões no pandeiro no canto inferior esquerdo, Abelardo Braga sentado no centro, Carlos Braga (João de Barro/Braguinha) ao violão no canto inferior direito


Primeiro LP (10 polegadas):

Poucas unidades ainda à venda na loja Collector's Memória (vinil):

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- Resumo biográfico no ICCA
- Homenagens a Almirante nas páginas do ACERVO COLLECTOR'S
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17.02.2017 - Quarenta e quatro anos sem o compositor, orquestrador, flautista e saxofonista PIXINGUINHA (Alfredo da Rocha Vianna) falecido em 1973. Considerado um dos maiores gênios da música popular brasileira e mundial, Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. O apelido "Pizindim" vem da infância, era como a avó africana o chamava, querendo dizer "menino bom". O pai era flautista amador, e foi pela flauta que Pixinguinha começou sua ligação mais séria com a música, depois de ter aprendido um pouco de cavaquinho. Logo começou a tocar em orquestras, choperias, peças musicais e a participar de gravações ao lado dos irmãos Henrique e Otávio (China), que tocavam violão. Rapidamente criou fama como flautista graças aos improvisos e floreados que tirava do instrumento, que causavam grande impressão no público quando aliados à sua pouca idade. Começou a compor os primeiro choros, polcas e valsas ainda na década de 10, formando seu próprio conjunto, o Grupo do Pixinguinha, que mais tarde se tornou o prestigiado Os Oito Batutas. Com os Batutas fez uma célebre excursão pela Europa no início dos anos 20, com o propósito de divulgar a música brasileira. Os conjuntos liderados por Pixinguinha tiveram grande importância na história da indústria fonográfica brasileira. A Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, que organizou em 1928 junto com o compositor e sambista Donga, participou de várias gravações para a Parlophon, numa época em que o sistema elétrico de gravação era uma grande novidade. Liderou também os Diabos do Céu, a Guarda Velha e a Orquestra Columbia de Pixinguinha. Nos anos 30 e 40 gravou como flautista e saxofonista (em dueto com o flautista Benedito Lacerda) diversas peças que se tornaram a base do repertório de choro, para solista e acompanhamento. Algumas delas são "Segura ele", "Ainda me recordo", "1 x 0", "Proezas de Solon", "Naquele tempo", "Abraçando jacaré", "Os oito batutas", "As proezas do Nolasco", "Sofres porque queres", gravadas mais tarde por intérpretes de vários instrumentos. Em 1940, indicado por Villa-Lobos, foi o responsável pela seleção dos músicos populares que participaram da célebre gravação para o maestro Leopold Stokowski, que divulgou a música brasileira nos Estados Unidos. Como arranjador, atividade que começou a exercer na orquestra da gravadora Victor em 1929, incorporou elementos brasileiros a um meio bastante influenciado por técnicas estrangeiras, mudando a maneira de se fazer orquestração e arranjo. Trocou de instrumento definitivamente pelo saxofone em 1946, o que, segundo alguns biógrafos, aconteceu porque Pixinguinha teria perdido a embocadura para a flauta devido a problemas com bebida. Mesmo assim não parou de compor nem mesmo quando teve o primeiro enfarte, em 1964, que o obrigou a permanecer 20 dias no hospital. Daí surgiram músicas com títulos "de ocasião", como "Fala baixinho", "Mais quinze dias", "No elevador", "Mais três dias", "Vou pra casa". Depois de sua morte, em 1973, uma série de homenagens em discos e shows foi produzida. A Prefeitura do Rio de Janeiro produziu também grandes eventos em 1988 e 1998, quando completaria 90 e 100 anos. Algumas músicas de Pixinguinha ganharam letra antes ou depois de sua morte, sendo a mais famosa "Carinhoso", composta em 1917, gravada pela primeira vez em 1928, de forma instrumental, e cuja letra João de Barro escreveu em 1937, para gravação de Orlando Silva. Outras que ganharam letras foram "Rosa" (Otávio de Souza) cantada por Orlando Silva, "Lamento" (Vinicius de Moraes) e "Isso é que é viver" (Hermínio Bello de Carvalho).

Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba
Documentário de Ricardo Dias e Thomaz Farkas, de 2007. Roteiro de Ricardo dias. Som direto de Gabriela Cunha e Edição de som de Daniel Turini. Pesquisa de José Luiz Herencia e Marcelo Nastari (ex funcionários do IMS). Direção de produção de Daniel Santiago. No palco: Alfredinho, Almirante, Benedito Lacerda, Bide, Donga, João da Baiana, Lentini, Mirim e Pixinguinha.


Primeiros LP's (10 polegadas):

Poucas unidades ainda à venda na loja Collector's Memória (vinil):

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- Homenagens a Pixinguinha nas páginas do ACERVO COLLECTOR'S
- Ouça um programa Tupi levado ao ar em 15.10.1947: O PESSOAL DA VELHA GUARDA
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16.02.2017 - Cinquenta e nove anos sem o compositor, flautista e regente BENEDITO LACERDA falecido em 1958. Um dos flautistas mais famosos e inovadores da música brasileira, estudou flauta no Instituto Nacional de Música. Tocou em bandas militares e orquestras de cinema e teatro antes de entrar para o rádio, nos anos 1930, com seu consagrado grupo, o Regional de Benedito Lacerda. Acompanhou estrelas como Carmen Miranda, Mário Reis e Francisco Alves, além de atuar com êxito como compositor de sucessos como "Normalista" por Nelson Gonçalves, "Jardineira" por Orlando Silva, "Despedida da Mangueira" (com Aldo Cabral) por Francisco Alves, "Falta um zero no meu ordenado" (com Ary Barroso) por Francisco Alves e "A Lapa" (com Herivelto Martins) por Francisco Alves. Na década de 1940 tocou nos cassinos que agregavam a fina flor da música nacional e perpetuou uma série de gravações antológicas em parceria de flauta e sax com Pixinguinha, privilegiando o repertório de choro. Destacou-se também pelas músicas que compunha para o carnaval e pela atuação como fundador da União Brasileira de Compositores (UBC) e dirigente da Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Escritores de Música (SBACEM).

Produtos à venda na loja Collector's Memória (vinil, CD, livro):

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- Homenagens a Benedito Lacerda nas páginas do ACERVO COLLECTOR'S
- Série levada ao ar pela Rádio Tupi nos anos 1940: PESSOAL DA VELHA GUARDA
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12.02.2017 - Comemora-se o 87º aniversário de nascimento da cantora, folclorista, violonista e radialista ELI CAMARGO de 1930. Seu pai foi o maestro e regente da Orquestra Sinfônica de Goiânia Joaquim Edison Camargo. Ainda criança cantou em coros de Igreja e atuou na Rádio Clube de Goiânia. No ano de 1960, integrou o Trio Guairá de Goiânia. Em 1961 e 1962, apresentou-se no programa que produzia na Rádio Brasil Central, retransmitido em Brasília pela Rádio e TV Nacional. Em 1962, passou a morar em São Paulo onde assinou seu primeiro contrato com a Rede Tupi. Nesse ano gravou "Caninha verde", do folclore paulista, no LP "Canções da minha terra", pela Chantecler. Ainda em 62, gravou o arrasta-pé "Santo Antônio tenha dó", de Maria do Rosário Veiga Torres, e o samba caipira "Marido pelado", de Teddy Vieira e Almayara. Em 1963, gravou a valsa "Tempos passados", de Zica Bergami, e a moda de viola "Lá na venda, lá na vendinha", de Lourdes Maia. Em 1964, gravou o LP "Folclore do Brasil", em que interpretou cantos de trabalho nas plantações de arroz, de São João da Boa Vista, e um canto de ferreiro, de Botucatu. Como pesquisadora de folclore reuniu em suas viagens pelo Nordeste e Norte um grande acervo pessoal de músicas regionais, tornando-se uma das mais importantes e competentes intérpretes do folclore brasileiro em todos os tempos. Em 1967, participou com grande sucesso da Semana Cornélio Pires realizada na cidade paulista de Tietê. Em 1968, gravou o LP "Canção da guitarra", com músicas de Marcelo Tupinambá. Foi integrante do Conselho da Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia. Na Rádio da Universidade Federal de Goiás apresentou os programas "Brasil de canto a canto", "Eli Camargo convida" e "Alma brasileira". Em 1978 lançou o LP "Minha terra", pela Chantecler/Alvorada no qual interpreta entre outras, "História triste de uma praieira", "Minha terra" e "Vida marvada". O disco foi muito elogiado pelo crítico José Ramos Tinhorão. No final dos anos 1990, passou a trabalhar na Secretária Municipal de Cultura de Goiânia. Na mesma época, mantinha os programas de rádio "Eli Camargo convida" e "Alma brasileira". Em 1999, lançou o CD "Cantigas do ovo", pelo selo COMEP. Ao longo da carreira gravou cerca de 15 LPs, além de compactos. Teve discos lançados na África do Sul, Alemanha, Portugal e Itália.

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- Resumo biográfico no ICCA
- Eli Camargo canta "O menino e o circo" no programa VIOLA MINHA VIOLA
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10.02.2017 - Comemora-se o 86º aniversário de nascimento do cantor CAUBY PEIXOTO (Cauby Peixoto Barros) de 1931. Nasceu em uma família de músicos, sendo o tio, Nonô (Romualdo Peixoto), grande pianista, que popularizou o samba no instrumento, e o primo, Ciro Monteiro, um dos ases do samba sincopado. Trabalhou no comércio até começar a participar de programas de calouros no rádio em 1949, no Rio. Em 1951 gravou seu primeiro disco. Continuou como crooner em boates, já em São Paulo, interpretando especialmente músicas em inglês até ser ouvido pelo que viria a ser seu futuro empresário e mentor, Di Veras. Ele o levou para gravar na Columbia e seu primeiro sucesso estrondoso veio com "Blue Gardenia", versão brasileira da música cantada por Nat King Cole. Em pouco tempo Cauby se transformou em um ídolo, atuando especialmente na Rádio Nacional, em muito por causa da estratégia de marketing que o lançou, e que incluía repertório, roupas e atitudes específicos criados por seu empresário. Sua interpretação mais famosa até hoje é de "Conceição" (Jair Amorim e Dunga), gravada pela primeira vez em 1956. Nos anos 50 e 60 fez turnês pelo Brasil e Estados Unidos, onde gravou várias faixas com o nome Ron Coby e participou cantando em mais de dez filmes para o cinema. Apareceu também nas revista "Time" e "Life" como "o Elvis Presley Brasileiro". Em 64, abriu a boate Drink, ao lado dos irmãos Moacyr (pianista), Araken (pistonista) e Andyara (cantora), atuando lá por quatro anos, onde chegou a gravar um LP ao lado da cantora Leny Eversong. Depois prosseguiu atuando em boates e viveu certo ostracismo na mídia, e voltou ao sucesso em 1980 com "Bastidores" (Chico Buarque) e "Loucura" (Joanna e Sarah Benchimol), do disco "Cauby! Cauby!", comemorativo dos 25 anos de carreira. A partir daí, voltou a se apresentar em palcos de maior prestígio. Ao lado de Ângela Maria gravou dois discos e ambos foram homenageados em 1993 na festa do prêmio Sharp. Em 95, gravou ao lado dos maiores cartazes da MPB, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Dionne Warwick e Zizi Possi o CD "Cauby Canta Sinatra". Em 99, gravou "Cauby Canta as Mulheres" só com canções com nomes de mulher, como "Izabella" (Billy Blanco) e "Lígia" (Tom Jobim). Sucessos: "Blue gardenia" (B. Russel, L. Lee e Versão de Antonio Carlos), "A pérola e o rubi" (The Ruby and the Pearl) (Jay Livingston , R. Evans e Versão: Haroldo Barbosa), "Molambo" (Jayme Florence e Augusto Mesquita), "Nono mandamento" (René Bittencourt e Raul Sampaio), "Tarde fria" (Angelo Apolônio e Henrique Lobo), "Ninguém é de ninguém" (Umberto Silva e Toso Gomes; Luiz Mergulhão), "Bastidores" (Chico Buarque), "Theme From New York, New York" (John Kander e Fred Ebb)

CAUBY PEIXOTO - MPB ESPECIAL (ENSAIO) - 1972
Músicos: Luiz Melo (piano) - Itiberê (baixo) - Guilherme (bateria


Primeiros LP's de carreira. 10 polegadas:

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09.02.2017 - Cinquenta e três anos sem o compositor, pianista, locutor e apresentador ARY BARROSO (Ary de Resende Barroso) falecido em 1964. Compositor-ícone da era do rádio e maior nome do samba-exaltação, Ary Barroso nasceu em Ubá (MG), ficou órfão aos 7 anos e foi criado pelas tias-avós, que queriam fazê-lo pianista de concerto ou padre. Aos 18 anos foi para o Rio de Janeiro estudar Direito. Levou nove anos para se formar e nunca exerceu a profissão. No Rio foi obrigado a tocar piano em cinemas e cabarés para se sustentar, e passou a se interessar pelo teatro musical, então em ascensão. Entrou no rádio em 1933, pela Rádio Philips, e comandou programas de sucesso no rádio e mais tarde na TV, como "Calouros em Desfile" e "Encontro com Ary". Ainda na década de 30 iniciou carreira como locutor esportivo, profissão que nunca mais foi a mesma depois de Ary Barroso. Conferiu um tom emocional à transmissão e não disfarçava a torcida por seu time, o Flamengo. Conhecido por ser durão e intransigente com quem revelasse gosto ou opinião musical diferente da sua, seus programas de calouros revelaram nomes que fariam história na música brasileira, como Dolores Duran, Elza Soares ou Elizeth Cardoso. Era temido pelos calouros tanto no rádio quanto na TV, e exigia que só se cantasse músicas nacionais. Composto em 1939, o samba-exaltação "Aquarela do Brasil" ganha um prêmio e passa a figurar como hino nacional alternativo brasileiro. "Aquarela" já foi gravada centenas de vezes em todo o mundo, sendo a primeira uma das mais célebres gravações, com arranjo de Radamés Gnattali, voz de Francisco Alves e percussão comandada por Luciano Perrone. A música ficou tão caracterizada que em inglês seu título é "Brazil". Ary foi eleito vereador pela UDN em 1946 e uma das suas maiores lutas foi pelos direitos autorais. Entre seus grandes sucessos estão "Na batucada da vida" na voz de Carmen Miranda, "Camisa amarela" na voz de Aracy de Almeida, "Morena boca de ouro" na voz de Sílvio Caldas e "Na Baixa do Sapateiro" na voz de Carmen Miranda.

O BRASIL BRASILEIRO DE ARY BARROSO. Documentário sobre a vida e obra do compositor Ary Barroso. Direção de Dimas Oliveira Junior e Luis Felipe Harazim. Realização REDE STV SESC SENAC.

Primeiro LP 10 polegadas:

Tributos em LP's 10 polegadas:

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- Site oficial de ARY BARROSO
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