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12.03.2017 - Comemora-se o 135º aniversário de nascimento do letrista, jornalista, poeta, humorista, teatrólogo e publicitário BASTOS TIGRE (Manuel Bastos Tigre) de 1882. Estreou em 1906 com a peça "Maxixe", de sua autoria e Batista Coelho. No carnaval deste mesmo ano, fez grande sucesso com o tango-chula "Vem cá mulata", parceria com Arquimedes de Oliveira, gravado aqui na voz de Mário Pinheiro e Pepa Delgado. Composto em 1902, o samba não foi apenas sucesso do carnaval de 1906, como continuou alegrando os foliões por mais dois ou três carnavais, tornando-se uma das músicas mais populares da década. Em 1907, mais um sucesso com o tango "O vatapá", feito em parceria com Paulino Sacramento e João Foca aqui na voz de Medina de Souza e Geraldo Magalhães. Com Eduardo Souto, assinou a letra do fado-tango "Saudade" aqui na voz de Vicente Celestino. Com o mesmo parceiro fez a canção "Amizade amorosa", gravada na Odeon por Del Nigri. Em 1915, escreveu a revista "Grão de bico". No mesmo ano, escreveu outra revista, "Rapadura", em parceria com Rêgo barros. Em 1926, compôs em parceria com Sinhô o samba "Cassino maxixe", lançado na comédia "Sorte grande", que inaugurou o Teatro Cassino e gravado por Francisco Alves. Posteriormente, Sinhô escreveu-lhe novos versos dando ao samba o nome de "Gosto que me enrosco", grande sucesso de 1929, aqui interpretado por Mário Reis e objeto de célebre polêmica com o também sambista Heitor dos Prazeres. Em 1935, fez a letra para o anúncio comercial da Brahma Chope, na época, chamado de o Brahma Chope, com música de Ary Barroso.

A letra dizia:
"O Brahma Chope em garrafa/Querido em todo o Brasil
Corre longe, a banca abafa/É igualzinho ao de barril".

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11.03.2017 - Cinquenta e cinco anos sem o compositor ZÉ DANTAS (José de Souza Dantas Filho) falecido em 1962. Foi um compositor, poeta e folclorista fundamental para a fixação do baião como gênero de sucesso. Isso se deu graças às suas parcerias com Luiz Gonzaga a partir de 1950, quando este se separou do parceiro inicial, Humberto Teixeira. Mas em 1938 Zé já compunha suas primeiras músicas e escrevia crônicas sobre folclore para uma revista pernambucana. Foi em 1949 que conheceu Gonzagão e a partir do ano seguinte iniciaram uma profícua série de sucessos imortais assinados a quatro mãos, como "Vem morena", "A dança da moda", "Riacho do navio", "Vozes da seca", "A volta da Asa Branca", "Imbalança", "ABC do sertão", "Algodão", "Cintura fina" e "Forró de Mané Vito". O grupo vocal Quatro Ases e Um Coringa também obteve grande sucesso com "Derramaro o gai", depois também imortalizada pelo Rei do Baião. Em 1951, compuseram mais um clássico, o baião "Sabiá", e no ano seguinte foram às paradas com a marcha junina "São João na roça" e com a triste "Acauã" (esta assinada apenas por Zé). Atuou ainda ao lado de Paulo Roberto no programa NO MUNDO DO BAIÃO, na Rádio Nacional (RJ) em 1953, ano em que estouraram o "Xote das meninas" e "Farinhada" (esta também apenas de Zé), na voz de Ivon Curi. Outro ícone do baião, Jackson do Pandeiro, também fez sucesso com uma canção de Zé Dantas, "Forró em Caruaru". Quando foi diretor folclórico da Rádio Mayrink Veiga, do Rio, o compositor chegou a regravar suas canções mais emblemáticas em disco. Mesmo depois de sua morte, todas as músicas da dupla continuaram a ser relidas pelos maiores nomes da MPB – até os dias de hoje – como Gal Costa, Gilberto Gil, Elba Ramalho, Alceu Valença, Fagner, Marisa Monte e muitos grupos de Oxente Music e até da geração da música eletrônica.

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11.03.2017 - Setenta e dois anos sem a cantora e atriz PEPA DELGADO (Maria Pepa Delgado) falecida em 1945. Nascida na cidade de Piracicaba, São Paulo, uma das cantoras pioneiras que mais gravaram nas duas primeiras décadas do século XX. Era filha do toureiro espanhol Lourenço Delgado e de Ana Alves, paulista de Sorocaba. Aos 15 anos, foi para o Rio de Janeiro com seu pai e logo se tornou atriz e cantora. Nesse mesmo ano (1902), gravou, com o cantor Mário Pinheiro, a música de Chiquinha Gonzaga, "Corta Jaca", tendo os versos do ator Machado Careca. A revista musical Cá e Lá, da autoria de Tito Martins e B. de Gouvêa, estreou no Theatro Recreio (1904), obtendo muito sucesso. Obteve consagração popular com a música "O Abacate" (1904), com seus versos de duplo sentido. Lançou e gravou muitas das músicas no ritmo maxixe, que alcançava, cada vez mais, o gosto popular, destacando-se, então, como exímia maxixeira. Veja: "Café ideal", "Maxixe aristocrático", "O vagalume" e "Vem cá, mulata" Entre as muitas peças feitas por ela, encontrava-se a burleta Forrobodó (1912), de Luís Peixoto e Carlos Bittencourt, com música de Chiquinha Gonzaga, que foi encenada em cerca de um mil e quinhentas apresentações consecutivas, além de ser remontado incontáveis vezes nos anos seguintes. Solicitou a Fred Figner, diretor da gravadora Casa Edison, que doasse seu terreno de Jacarepaguá para a construção do Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro. Casou-se (1920) com o oficial do Exército Almerindo Álvaro de Morais, também tesoureiro do Clube dos Democráticos e abandonou a carreira (1924), dedicando-se ao lar. No ano seguinte, nasceu seu único filho, Heitor. A família morou em vários lugares, inclusive no Encantado, onde ela ligou-se à irmandade da Igreja de São Pedro. Gostava de festejar o São João, confeccionando roupas, licores, balões etc. Morreu no Rio de Janeiro, vítima de hepatite (1945), aos 58 anos.

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10.03.2017 - Cinquenta e nove anos sem o compositor ASSIS VALENTE (José de Assis Valente) falecido em 1958. Nasceu na Bahia e teve uma infância conturbada, tendo sido separado dos pais muito cedo. Trabalhou como farmacêutico, fez cursos de desenho no Liceu de Artes e Ofícios e profissionalizou-se como especialista em prótese dentária. Foi para o Rio de Janeiro em 1927, e empregou-se como protético. No início dos anos 30 começou a compor sambas. O primeiro, "Tem francesa no morro", tornou-se sucesso na voz de Araci Cortes em 1932. Mais tarde conheceu Carmen Miranda e passou a compor sambas especialmente para ela, casos de "Good Bye, Boy" e "Etc". Carmen foi a maior intérprete e divulgadora dos sambas de Assis Valente. "Minha embaixada chegou", "Uva de caminhão", "Camisa listrada", "E o mundo não se acabou" e "Recenseamento" foram algumas composições de Assis eternizadas pela Pequena Notável. A música mais famosa do compositor, entretanto, foi rejeitada por ela. "Brasil pandeiro" acabou gravada pelos Anjos do Inferno em 1940, com grande êxito e regravada pelo grupo Novos Baianos mais de 30 anos depois, de novo com sucesso. Outros grupos vocais também popularizaram sambas do compositor, como o Bando da Lua, que gravou "Maria boa" em 1936 ou o Quatro Ases e Um Coringa, que gravou "Boneca de pano" em 1950. Outro grande sucesso foi a marcha natalina "Boas festas", lançada por Carlos Galhardo em 1933 e regravada em 1941 e 1956. A vida pessoal de Assis Valente foi tumultuada. Em 1941 tentou o suicídio pela primeira vez, atirando-se do alto do Corcovado. Acabou resgatado pelos bombeiros, e depois de recuperado compôs "Fez bobagem", canção marcante interpretada com grande sucesso por Aracy de Almeida. Mas sua carreira bem-sucedida como compositor não foi suficiente para mantê-lo vivo, e, depois de tentar cortar os pulsos, conseguiu matar-se ingerindo guaraná com formicida, em 1958. Muitos artistas regravaram a obra de Assis Valente, como Nara Leão, Chico Buarque e Adriana Calcanhotto. Na década de 90 o musical "O Samba Valente de Assis", sobre a trajetória do compositor, foi encenado no Rio de Janeiro. A música "Brasil pandeiro" voltou a ser extremamente popular em 1994, graças a uma campanha publicitária relacionada à Copa do Mundo.

Tributo em LP 10 polegadas:

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09.03.2017 - Dezesseis anos sem o acordeonista e compositor ANTENÓGENES SILVA (Antenógenes Honório da Silva) favecido em 2001. Acordeonista premiado no exterior, gravou o primeiro disco em 1929, pela Victor de São Paulo, com canções próprias. Em 1933 mudou-se para o Rio de Janeiro e fez carreira como acordeonista. Aluno de Guerra-Peixe, entre seus maiores sucessos estão "Pisando corações" (com Ernani Campos) aqui acompanhando Augusto Calheiros e "Santa Terezinha", aqui com Gilberto Alves. Foi presença constante em estúdios de gravação e palcos dos anos 1940 e 1950.

Primeiros LP's (10 polegadas):

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08.03.2017 - Comemora-se o 88º aniversário de nascimento da cantora e apresentadora de TV HEBE CAMARGO (Maria Monteiro de Camargo Ravagnani) de 1929. Nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo. Iniciou sua carreira como cantora. Atuou em várias emissoras das Rádios Associadas, em diversas capitais do Brasil. Seu pai, Fego Camargo era músico, sua mãe, dona Esterzinha, uma mulher doce, apaixonada pelos filhos, e também ligada à música. O primeiro trabalho de Hebe foi ao lado de sua irmã Estela e das primas Helena e Maria. Depois ela e a irmã formaram uma dupla sertaneja. Aí veio o primeiro contrato como cantora-solo, nas Rádios Tupi e Difusora de São Paulo. Quando veio a TV Tupi, Hebe foi logo escalada, pois era bonita e charmosa e boa cantora, mas seguiu com Dermival Costalima, logo no início de 1952, para a Rádio Nacional e depois TV Paulista. Aí começou sua carreira de apresentadora. Entre os programas que apresentava, destacou-se “O Mundo é das Mulheres”, organizado por Walter Forster. Nascia então a “Estrela de São Paulo”. Seu jeito alegre de ser, encantava a todos. Começou a receber em seus programas as maiores personalidades do Brasil e do exterior. Dizia-se: “Não passou pelo sofá da Hebe, não existiu”. O primeiro casamento de Hebe foi com Décio Capuano, com quem teve o filho Marcelo. Anos mais tarde se separou e uniu-se a Lélio Ravagnani, de quem depois ficou viúva. A carreira de Hebe foi sempre repleta de sucessos. Esteve também na TV Record, na Rádio Mulher, onde fazia um programa matinal, participou da TV Bandeirantes, da Rádio Capital, fazendo o programa direto de sua residência, da Rádio Nativa, e do SBT, onde está até hoje, nas noites de segunda-feira. Hebe gravou inúmeros discos. Ela conseguiu todos os prêmios, troféus e honrarias que uma artista pode conquistar. Ainda em plena forma, Hebe Camargo foi a mulher de maior sucesso no cenário artístico nacional. Em 2004, festejou seus 18 anos de SBT, com uma festa monumental, com a presença de número imenso de autoridades brasileiras. Respeitada por políticos, personalidades e artistas.

Primeiro LP (10 polegadas):

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