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23.04.2017 - Comemora-se o 120º aniversário de nascimento do compositor, flautista, orquestrador e saxofonista PIXINGUINHA (Alfredo da Rocha Vianna) de 1897. Considerado um dos maiores gênios da música popular brasileira e mundial, Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. O apelido "Pizindim" vem da infância, era como a avó africana o chamava, querendo dizer "menino bom". O pai era flautista amador, e foi pela flauta que Pixinguinha começou sua ligação mais séria com a música, depois de ter aprendido um pouco de cavaquinho. Logo começou a tocar em orquestras, choperias, peças musicais e a participar de gravações ao lado dos irmãos Henrique e Otávio (China), que tocavam violão. Rapidamente criou fama como flautista graças aos improvisos e floreados que tirava do instrumento, que causavam grande impressão no público quando aliados à sua pouca idade. Começou a compor os primeiro choros, polcas e valsas ainda na década de 10, formando seu próprio conjunto, o Grupo do Pixinguinha, que mais tarde se tornou o prestigiado Os Oito Batutas. Com os Batutas fez uma célebre excursão pela Europa no início dos anos 20, com o propósito de divulgar a música brasileira. Os conjuntos liderados por Pixinguinha tiveram grande importância na história da indústria fonográfica brasileira. A Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, que organizou em 1928 junto com o compositor e sambista Donga, participou de várias gravações para a Parlophon, numa época em que o sistema elétrico de gravação era uma grande novidade. Liderou também os Diabos do Céu, a Guarda Velha e a Orquestra Columbia de Pixinguinha. Nos anos 30 e 40 gravou como flautista e saxofonista (em dueto com o flautista Benedito Lacerda) diversas peças que se tornaram a base do repertório de choro, para solista e acompanhamento. Algumas delas são "Segura ele", "Ainda me recordo", "1 x 0", "Proezas de Solon", "Naquele tempo", "Abraçando jacaré", "Os oito batutas", "As proezas do Nolasco", "Sofres porque queres", gravadas mais tarde por intérpretes de vários instrumentos. Em 1940, indicado por Villa-Lobos, foi o responsável pela seleção dos músicos populares que participaram da célebre gravação para o maestro Leopold Stokowski, que divulgou a música brasileira nos Estados Unidos. Como arranjador, atividade que começou a exercer na orquestra da gravadora Victor em 1929, incorporou elementos brasileiros a um meio bastante influenciado por técnicas estrangeiras, mudando a maneira de se fazer orquestração e arranjo. Trocou de instrumento definitivamente pelo saxofone em 1946, o que, segundo alguns biógrafos, aconteceu porque Pixinguinha teria perdido a embocadura para a flauta devido a problemas com bebida. Mesmo assim não parou de compor nem mesmo quando teve o primeiro enfarte, em 1964, que o obrigou a permanecer 20 dias no hospital. Daí surgiram músicas com títulos "de ocasião", como "Fala baixinho", "Mais quinze dias", "No elevador", "Mais três dias", "Vou pra casa". Depois de sua morte, em 1973, uma série de homenagens em discos e shows foi produzida. A Prefeitura do Rio de Janeiro produziu também grandes eventos em 1988 e 1998, quando completaria 90 e 100 anos. Algumas músicas de Pixinguinha ganharam letra antes ou depois de sua morte, sendo a mais famosa "Carinhoso", composta em 1917, gravada pela primeira vez em 1928, de forma instrumental, e cuja letra João de Barro escreveu em 1937, para gravação de Orlando Silva. Outras que ganharam letras foram "Rosa" (Otávio de Souza) cantada por Orlando Silva, "Lamento" (Vinicius de Moraes) e "Isso é que é viver" (Hermínio Bello de Carvalho).

Vinil LP Collector's Editora, poucas unidades à venda

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- Homenagens a Pixinguinha nas páginas do ACERVO COLLECTOR'S
- Ouça o programa da Rádio Tupi (15.10.1947): O PESSOAL DA VELHA GUARDA
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22.04.2017 - Comemora-se o 124º aniversário de nascimento do compositor GASTÃO LAMOUNIER (Gastão Marques Lamounier) de 1893. Com cinco anos de idade, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 1919, formou-se pela Faculdade de Direito, exercendo a advocacia até 1926, sendo então nomeado pelo governo corretor de mercadoria. Futuro compositor de sucesso, Lamounier iniciou os estudos de piano com o professor Pizzarrone, aperfeiçoando-se com a viúva de Alberto Nepomuceno. Na década de 1910, passou longa temporada na Suíça, onde conheceu Franz Lehár (1870-1948) e compôs um xote, "Mimi", em homenagem à sua professora. Entrou para o rádio em 1929, ao ser convidado por Albenzio Perrone. Cantor de grande relevância, viria a ser o maior intérprete de suas próprias músicas. Desde então, e por mais de dez anos, foi diretor artístico da Rádio Educadora, tendo criado o Programa Lamounier pelo qual passaram os grandes ídolos da época, além de ter sido o primeiro programa infantil do rádio brasileiro. Saindo da Educadora, o Programa Lamounier percorreu diversas emissoras, até fixar-se na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, em 1945. Compôs várias valsas que se tornaram famosas, que permanecem na lembrança do público e no repertório de muitas serestas. No fim da vida afastou-se do piano devido ao mal de Parkinson, quando então passou a compor músicas religiosas. Principais valsas: E o destino desfolhou (Mário Rossi e Gastão Lamounier) com Carlos Galhardo em 1937), Restos de ventura (Mário Rossi e Gastão Lamounier) com Augusto Calheiros em 1938, Há um segredo em teus cabelos (Osvaldo Santiago e Gastão Lamounier) com Sílvio Caldas em 1935, A valsa do meu amor (Gastão Lamounier e Paulo Gustavo) com Sílvio Salema em 1933, Só nós dois (Gastão Lamounier e Anuar Jorge) com Sílvio Caldas em 1935, Arrependimento (Olegário Mariano e Gastão Lamounier) com Gastão Formenti em 1929, Como és linda sorrindo (Mário Rossi e Gastão Lamounier) com Augusto Calheiros em 1938 e Assim acaba um grande amor (Mário Rossi e Gastão Lamounier) com Carlos Galhardo em 1937.

Tributo em LP de 10 polegadas:

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- Resumo biográfico no ICCA
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20.04.2017 - Comemora-se o 102º aniversário de nascimento da cantora AURORA MIRANDA (Aurora Miranda da Cunha) de 1915. Estreou na Rádio Mayrink Veiga em 1932, transferindo-se logo para a Philips. Em 1933, em seu primeiro disco, gravou "Cai, cai, balão", cantada em dupla com Francisco Alves. Além de fazer dupla com a irmã mais famosa Carmen Miranda, Aurora também teve sucesso como cantora na década de 1930, as duas irmãs imortalizaram a canção "Cantores de rádio" (João de Barro, Lamartine Babo e Alberto Ribeiro), no filme Alô, Alô Carnaval. Aurora e Carmen trabalharam no Cassino da Urca e moraram juntas nos Estados Unidos durante 12 anos. Gravou "Cidade maravilhosa", hino oficial da extinta Guanabara, em dupla com o compositor André Filho, em 1934. Aurora também trabalhou nos filmes Estudantes (1935), Alô, Alô, Brasil (1935) e Alô, Alô, Carnaval (1936). No desenho animado Você Já Foi à Bahia?, de 1944, Aurora "atuou" com os personagens Pato Donald e Zé Carioca, graças a uma montagem que misturou filme e desenho animado. Este filme concedeu a ela, junto com outros integrantes do Bando da Lua o título de primeiros seres humanos a contracenar com desenhos animados. Voltou para o Brasil em 1952 e, quatro anos depois, regravou um LP com oito antigos sucessos, encerrando sua carreira de mais de 80 discos de 78 rotações. Aurora Miranda ainda voltou ao cinema em 1989, no filme Dias Melhores Virão convidada pela atriz Marília Pera.

Aurora Miranda teve uma carreira brilhante, mas desconhecida pela maior parte dos brasileiros, talvez sufocada pelo mito de Carmen Miranda. No documentário "Aurora Miranda - A Irmã Notável de Carmen" de 2002, a STV - Rede SescSenac de Televisão resgata sua trajetória de sucesso para homenageá-la. Direção de Dimas Oliveira Junior e Luis Felipe Harazin.

Primeiro LP (10 polegadas):

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- Resumo biográfico no ICCA
- Aurora canta "Molha o pano" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- Aurora canta "Cantores de rádio" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- Aurora canta "Os quindins de Yayá" no desenho VOCÊ JÁ FOI À BAHIA?
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17.04.2017 - Vinte e nove anos sem a cantora e compositora LINDA BATISTA (Florinda Grandino de Oliveira) falecida em 1988. Filha do humorista e ventríloquo Batista Júnior, começou no meio artístico muito cedo, assim como a irmã Dircinha Batista. Na adolescência, Linda acompanhava Dircinha ao violão, até que um dia, em 1936, por causa de um atraso da irmã, apresentou-se como cantora no programa de Francisco Alves na Rádio Cajuti, iniciando uma carreira de muito sucesso. Linda foi a primeira Rainha do Rádio a ser eleita, e manteve o título por 11 anos. Atuou em filmes e foi crooner do Cassino da Urca até o seu fechamento, em 1946. Nos anos 50 apresentou na Rádio Nacional o seu próprio programa, "É uma coisa Linda". Também foi compositora de sambas-canção, e afastou-se da vida artística nos anos 60, depois da fase áurea do rádio. Entre seus maiores sucessos estão "Batuque no morro" (Russo do Pandeiro e Sá Róris), "Nega maluca" (Fernando Lobo e Evaldo Rui), "No boteco do José" (Wilson Batista e A. Garcez), "Risque" (Ary Barroso), "Tudo é Brasil" (V. Paiva e Sá Róris) e "Vingança" (Lupicínio Rodrigues).

Este filme faz parte integrante do Projeto Memórias - Velhos Nomes, Novos Talentos realizado pela Oficina de Artes Rosina Pagan. Direção de Dimas Oliveira Junior

LP Collector's ainda à venda na nossa loja virtual:

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- Resumo biográfico no ICCA
- Linda Batista canta VINGANÇA
- Obra completa em discos 78 rpm 100% restaurada no ACERVO COLLECTORS
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07.04.2017 - Comemora-se o 95º aniversário de nascimento da cantora DIRCINHA BATISTA (Dirce Grandino de Oliveira) de 1922. Filha do humorista e ventríloquo Batista Jr., começou a se apresentar como cantora aos 6 anos e gravou o primeiro disco aos 8 cantando "Borboleta azul" e "Dircinha" ambas de Gaó, Jonas e Zezinho. Participou por um ano do programa de Francisco Alves na Rádio Cajuti do Rio de Janeiro e estreou no cinema aos 13 anos de idade no filme "Alô! Alô!", de Wallace Downey no qual interpretou a marcha "Menina internacional" (João de Barro e Alberto Ribeiro). O primeiro grande sucesso foi "Periquitinho Verde" (Antônio Nássara e Sá Roriz), no carnaval de 1938. A partir daí emplacou sucessivas músicas em suas apresentações em rádios, teatros e filmes, como "Eu quero é sambar" (Alberto Ribeiro e Peterpan), "Moleque teimoso" (Roberto Martins e Jorge Faraj), "Tirolesa" (Oswaldo Santiago e Paulo Barbosa) e "Upa Upa, meu trolinho" (Ary Barroso), Atuou também como radioatriz, e foi eleita Rainha do Rádio em 1947. Na década de 60 trabalhou na TV Tupi e nos anos 70 sua carreira artística entrou em declínio. Em 1999 o espetáculo teatral "Somos Irmãs" encenou a vida dramática de Dircinha e sua irmã Linda Batista aos palcos das principais cidades do Brasil, com enorme sucesso.

Primeiro e único LP 10 polegadas:

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- Resumo biográfico no ICCA
- Dircinha Batista canta "Pirata" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL de 1936
- Dircinha Batista canta "Muito riso pouco ciso" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- Discografia 78 rpm 100% restaurada no ACERVO COLLECTOR'S
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02.04.2017 - Comemora-se o 82º aniversário de nascimento da cantora DALVA DE ANDRADE (Dalva de Andrade Serra) de 1935. Revelada no programa "Pescador de estrelas", do radialista e cantor Arnaldo Amaral. Em 1953 atuou na Rádio Globo. Em 1955, gravou seu primeiro disco cantando o samba-canção "Tudo nos falta", de Claudionor Cruz e Pedro Caetano e o bolero "Preço do silêncio", de Othon Russo e Nazareno de Brito. Nesse ano, recebeu do crítico Sylvio Tulio Cardoso do jornal O Globo a menção honrosa na categoria "Revelação feminina". É de 1956 a gravação da toada "Chuva", de Fernando César. Em 1957, gravou o bolero "Que murmurem", de Fuentes e Cardenas, com versão de Goiá Jr. e o samba "Sempre ele", de Armando Nunes e J. Portela. Data do mesmo ano a gravação de "Marcelino pão e vinho", do filme homônimo, canção de Sorozobal e Sanches, com versão de Ribeiro Filho. Em 1958, gravou de Ary Barroso e Luís Peixoto o samba "É luxo só"; no ano seguinte, o samba "Brigas, nunca mais", de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Morais e o samba-canção "Eu sei que vou te amar". Em 1960, passou a gravar na Odeon, onde estreou cantando "Chorei sozinha", de Paulo Tito e "Um pouco de ti", de Tito César e Fernando César. No mesmo ano, gravou "Vou fazer um samba", de Evaldo Gouveia e Almeida Rego e "Serenata suburbana", guarânia do compositor pernambucano Capiba. Em 1961, foram gravados o samba-canção "Minha solidão", de Adelino Moreira e o choro "Quero saber". Em 1962, gravou "Tormento", de Lindolfo Gaya e Romeu Nunes e "Amor e ciúme", de Arsênio de Carvalho e Lourival Faissal. No mesmo ano, gravou de Luiz Vieira o "Prelúdio para ninar gente grande". Em 1963, de Getúlio Macedo, gravou a canção "Cigana". Lançou ainda pela Odeon o LP "Prece", interpretando composições de Marino Pinto. Em 1965 foi contratada pela gravadora Philips. No mesmo ano, participou do LP "Prêmio Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro" da Odeon, interpretando o samba "Prece". Pouco tempo depois deixou a vida artística por causa de problemas de surdez.

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- Resumo biográfico no ICCA
- Discografia completa no CANTORAS DO BRASIL
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