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23.05.2017 - Comemora-se o 109º aniversário de nascimento do cantor e compositor SÍLVIO CALDAS (Sílvio Narciso de Figueiredo Caldas) de 1908. Carioca do bairro de São Cristóvão, teve contato com a música desde a infância, pois o pai era dono de uma loja de instrumentos musicais e atuava amadoramente como compositor de valsas, foxes, sambas e schottischs. Aos 5 anos o pequeno Silvio já se apresentava em teatros como cantor. Também era destaque do bloco de carnaval de que sua família participava. Aos 16 anos foi para São Paulo trabalhar como mecânico de automóveis. Três anos depois voltou ao Rio, e por meio de contatos foi levado para a Rádio Mayrink Veiga pelo cantor Antônio Santos, o Milonguita. A primeira gravação foi em 1930, e desde o início notabilizou-se interpretando sambas. Silvio Caldas se transformaria, ao lado de Orlando Silva, Francisco Alves e Carlos Galhardo, um dos cantores de maior sucesso da chamada época de ouro da MPB. Foi levado por Ary Barroso para o Teatro Recreio, onde lançou seu primeiro sucesso, "Faceira" (Ary Barroso). A partir de 1934, por meio da parceria com Orestes Barbosa, demonstra seu talento para a seresta, gênero que o promoveria por todo o Brasil. Em 1937 lançou dois de seus grandes sucessos, "Chão de estrelas" (com Orestes Barbosa) e "Meu limão meu limoeiro" (tema popular com arranjo de José Carlos Burle), em dueto com Gidinho. No ano seguinte foi eleito Cidadão Samba ao cantar a música "Pastorinhas", de Noel Rosa e João de Barro. Outras canções que viraram sucesso na voz de Silvio Caldas foram "Minha palhoça" (J. Cascata), "Um caboclo abandonado" (Benedito Lacerda e Herivelto Martins), "Arranha-céu" (com Orestes Barbosa), "Da cor do pecado" (Bororó), "Mulher" (Custódio Mesquita e Sadi Cabral), "Serenata" (outra parceria com Orestes), "Chuva miúda" (com Frazão), "Foi ela" (Ary Barroso), "Até amanhã" (Noel Rosa), "Jangada" (Hervê Cordovil e Vicente Leporace), "A Jardineira" (Benedito Lacerda e Humberto Porto). No final da década de 60 Silvio Caldas se afastou da vida pública, recolheu-se a um sítio em Atibaia (SP) e diminuiu seu ritmo de apresentações, o que lhe valeu o apelido de "cantor das despedidas", de tantas vezes que anunciou seu retiro artístico.

Sílvio Caldas num programa da TV Record de 1974 ("Sambão" apresentado por Elizeth Cardoso) conta e canta coisas de Noel Rosa.

Primeiros LP's (10 polegadas):

LP's e CD's Collector's à venda:

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- Resumo biográfico no ICCA
- Sílvio Caldas no probrama ENSAIO - TV CULTURA (1990)
- Silvio Caldas por Silvio Caldas em CHÃO DE ESTRELAS - TV RECORD (1996)
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08.05.2017 - Sessenta e dois anos sem o cantor e compositor GERALDO PEREIRA (Geraldo Theodoro Pereira) falecido em 1955. Nasceu em Juiz de Fora (MG), mudando-se para o Rio de Janeiro aos 12 anos. Morava perto do morro da Mangueira e logo começou a compor sambas para a escola, fazendo amizade com Cartola. Paralelamente ao trabalho de motorista de caminhão de lixo, compôs sambas que retratavam basicamente o cotidiano das favelas e a vida no morro. Alguns de seus sambas como "Bolinha de papel" e "Falsa baiana" foram resgatados por João Gilberto, e inseridos no contexto da bossa nova. Cyro Monteiro foi um dos intérpretes que lançaram sucessos de Geraldo Pereira. Além de "Falsa baiana", gravou "Escurinho", mais um clássico do samba. Outros cantores também popularizaram suas músicas, como Aracy de Almeida, que gravou "Falta de sorte", parceria de Geraldo e Marino Pinto, Isaura Garcia ("Pode ser", com M. Pinto), Anjos de Inferno ("Bolinha de papel"), Blecaute ("Que samba bom"), o próprio Geraldo Pereira ("Ministério da economia" e "Cabritada mal sucedida"), Cyro Monteiro ("Você está sumindo" e "Pisei num despacho") e Zizi Possi ("Escurinho" e "Escurinha"). Muitos discos com releituras de sua obra foram gravados depois de sua morte. Outras composições famosas são "Sem compromisso" pelos Anjos do Inferno e "Acertei no milhar" (com Wilson Batista) por Moreira da Silva.

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08.05.2017 - Quatorze anos sem a cantora, atriz, vedete e compositora ELVIRA PAGÃ (Elvira Cozzolino) falecida em 2003. Fez parte da dupla Irmãs Pagãs formada pelas irmãs Elvira Cozzolino e Rosina Cozzolino. Ambas nasceram na cidade de Itararé, São Paulo, sendo que a primeira em 06.09.1920 e a segunda em 10.07.1919. Levadas para o rádio por Cessar Ladeira, foram por ele batizadas de Irmãs Pagãs, exatamente porque alegaram que não tinham ainda um nome artístico para dupla. Fizeram grande sucesso nas emissoras cariocas durante a década de 30. Sua obra completa inclui, além dos números da dupla, gravados entre 1935 e 1939, alguns sucessos alcançados isoladamente por Rosina Pagã, de 1941 a 1946 e por Elvira entre 1944 e 1949. Após a dissolução da dupla, Rosina ficou apenas como cantora enquanto Elvira se tornou vedete alcançando grande notoriedade pelo seu bonito corpo. Apenas para destacar, os principais sucessos da dupla foram "Exaltação à favela" (Custódio Mesquita e Dan Malio Carneiro), "Gato escondido" (Custodio Mesquita e Orestes Barbosa), "Eu não te dou a chupeta" (Silvino Neto e Plínio Bretas), "Sai Coió" ( J. Piedade e Sá Róris) e "Meu amor não me deixou" (Ary Barroso). A dupla gravou 6 músicas de Assis Valente: "Oba, oba, se você deixar", "Nobreza", "Pra que você me tentou", "O samba começou" e "Tristeza".

Elvira Pagã canta "Cidade turbilhão" no filme O Dominó Negro (1949)


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- Resumo biográfico no ICCA
- Irmãs Pagãs cantam "Não beba tanto" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL (1936)
- Irmãs Pagãs cantam "Sonho de papel" no filme TRES ANCLADOS EN PARIS (1938)
- Obra em discos 78 rpm no ACERVO COLLECTOR'S
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08.05.2017 - Comemora-se o 86º aniversário da atriz, cantora, acordeonista e compositora ADELAIDE CHIOZZO de 1931. Participou de mais de dez filmes a partir de 1946 e estreou em disco em 1950, pelo selo Star. Fez sucesso no rádio cantando principalmente músicas juninas, ao lado de Eliana Macedo, com quem também contracenava no cinema. Entre seus sucessos estão "Beijinho doce" e "Pedalando". Participou das novelas "Feijão maravilha" e "Deus nos acuda", da TV Globo. Fez shows na década de 90 acompanhada pelo marido, o violonista Carlos Mattos.

Trecho do filme "AVISO AOS NAVEGANTES"

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07.05.2017 - Comemora-se o 112º aniversário de nascimento do cantor, compositor e humorista CASTRO BARBOSA (Joaquim Silvério de Castro Barbosa) de 1905. Mineiro, iniciou sua carreira de cantor na Rádio Educadora do Rio de Janeiro em 1931. Logo gravou o primeiro disco solo, para em seguida se juntar a João de Freitas Ferreira, o Jonjoca, e formar uma dupla. Gravaram alguns discos ao longo da década de 30, e Castro Barbosa continuou como solista, tendo lançado um dos maiores sucessos carnavalescos de todos os tempos, a marcha "O teu cabelo não nega" (Valença e L. Babo). Trabalhou em diversas emissoras como cantor e também como humorista, tendo ficado famoso por sua atuação ao lado de Lauro Borges no programa PRK-30.

Raro LP da PRK-30:

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- Resumo biográfico no ICCA
- Obra de Castro Barbosa em discos 78 rpm no ACERVO COLLECTOR'S
- Série de programas PRK-30 no ACERVO COLLECTOR'S
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07.05.2017 - Comemora-se o 124º aniversário de nascimento do compositor, poeta, escritor e jornalista ORESTES BARBOSA (Orestes Dias Barbosa) de 1893. Aprendeu a tocar violão ainda na infância. Mais tarde trabalhou em redações de diversos jornais do Rio de Janeiro e publicou seu primeiro livro de poemas em 1917, "Penumbra sagrada". Como jornalista, militou politicamente através de seus artigos, tendo sido preso por esse motivo algumas vezes. Acabou escrevendo o livro "Na prisão", com seus relatos do cárcere. Escreveu outros livros de poesia e prosa antes de fazer suas primeiras letras para música: "Romance de Carnaval", valsa em parceria com J. Machado, e "Bangalô", com Osvaldo Santiago. Compôs também nos anos 30 com o maestro J. Thomaz, Heitor dos Prazeres ("Nega, meu bem"), Nássara ("As lavadeiras", "Caixa Econômica") e Noel Rosa ("Positivismo"). Outros parceiros foram Custódio Mesquita ("Flauta, cavaquinho e violão"), Francisco Alves ("Adeus", "Dona da minha vontade"), Wilson Batista ("Abigail", "Cabelo branco"), Ataulfo Alves e Silvio Caldas, com quem compôs várias músicas, entre elas "Arranha-céu", "Suburbana", "Serenata", "Quase que eu disse", "Torturante ironia" e seu maior sucesso, "Chão de estrelas", considerado um dos hinos da MPB. Entre valsas, foxes e sambas, suas composições foram gravadas por intérpretes como Castro Barbosa, Silvio Caldas, Carlos Galhardo, Aracy de Almeida, Orlando Silva e Zezé Gonzaga.

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07.05.2017 - Quinze anos sem o compositor e instrumentista ADELINO MOREIRA (Adelino Moreira de Castro) falecido em 2002. Nascido em Porto, Portugal, com um ano de idade veio para o Brasil, indo morar em Campo Grande, subúrbio do Rio. Aos 20 anos, começou a aprender bandolim, passando logo após à guitarra portuguesa. Seu pai era o patrocinador do programa Seleções Portuguesas, na Rádio Clube do Brasil, dirigido pelo maestro Carlos Campos, seu professor de guitarra. Sendo assim, conseguiu atuar em seu programa como cantor. Convidado por Braguinha, gravou seis discos na Continental nessa época. Em 1945, começou a tocar violão. Três anos depois voltou a Portugal, gravando canções brasileiras. Retornando ao Brasil, no início dos anos 50 intensificou sua atividade de compositor. Em 1952, conheceu o cantor Nelson Gonçalves e iniciaram uma intensa parceria. Em geral Adelino compunha e Nelson gravava, mas em algumas músicas como o bolero "Fica comigo esta noite", os dois assinaram em dupla. A primeira canção gravada por Nelson foi "Última seresta" (1952), seguida de inúmeras outras que passaram a dominar os discos do cantor – normalmente sambas-canções dramáticos – dos quais destacam-se o clássico "A volta do boêmio" (que vendeu a astronômica cifra de um milhão de cópias), "Meu dilema", "Escultura", "Meu vício é você", "Doidivana", "Deusa do asfalto", "Êxtase", "Flor do meu bairro", entre outras. A partir de 1959, a cantora Núbia Lafayette foi lançada como um Nelson Gonçalves de saias, cantando basicamente o repertório de Adelino, que a projetou com os sambas-canções "Devolvi" e "Solidão". Muitos outros cantores também gravaram as canções de Adelino, como Ângela Maria, que faria muito sucesso com os chá-chá-chás "Beijo roubado" e "Garota solitária" e os sambas-canção "Cinderela" e "Meu ex-amor". Em 1964, Adelino rompeu com Nelson por algum tempo (quando lançou um clone vocal do cantor, Carlos Nobre), voltando às boas somente em 1975. Em 1967, atuou como disc-jockey na Rádio Mauá (RJ). Em 1970, abriu uma churrascaria em Campo Grande, onde levou vários cantores famosos. Sua música mais famosa e mais regravada é "Negue" (com Enzo de Almeida Passos), que depois de ser gravada por Carlos Augusto, Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto encontrou novamente o sucesso, graças a uma interpretação definitiva por Maria Bethânia no LP "Álibi" (1978).

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- Vídeo clipe da ESTÁTUA DE ADELINO MOREIRA
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