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   Collector's Notícias - retrospectiva maio

     
Dia 02.05 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor ATAULFO ALVES (Ataulfo Alves de Sousa) de 1909.

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Dia 03.05 - Falecimento do violonista, compositor e multiinstrumentista GAROTO (Aníbal Augusto Sardinha) em 1955.

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Dia 04.05 - Falecimento do compositor, cantor e violonista NOEL ROSA (Noel de Medeiros Rosa) em 1937.

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Dia 05.05 - Aniversário de nascimento da cantora DALVA DE OLIVEIRA (Vicentina de Paula Oliveira) de 1917.

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Dia 05.05 - Aniversário de nascimento do instrumentista, regente e compositor DJALMA FERREIRA (Djalma Neves Ferreira).

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Dia 06.05 - Aniversário de nascimento do compositor KLÉCIUS CALDAS (Klécius Pennafort Caldas) de 1919.

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Dia 07.05 - Falecimento do compositor e instrumentista ADELINO MOREIRA (Adelino Moreira de Castro) em 2002.

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Dia 07.05 - Aniversário de nascimento do cantor, compositor e humorista CASTRO BARBOSA (Joaquim Silvério de Castro Barbosa) de 1905.

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Dia 07.05 - Aniversário de nascimento do compositor, poeta, escritor e jornalista ORESTES BARBOSA (Orestes Dias Barbosa) de 1893.

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Dia 08.05 - Aniversário de nascimento da atriz, cantora, acordeonista e compositora ADELAIDE CHIOZZO de 1931.

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Dia 08.05 - Falecimento da cantora, atriz, vedete e compositora ELVIRA PAGÃ (Elvira Cozzolino) em 2003.

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Dia 08.05 - Falecimento do cantor e compositor GERALDO PEREIRA (Geraldo Theodoro Pereira) em 1955.

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Dia 09.05 - Aniversário de nascimento do compositor e letrista FELISBERTO MARTINS (Felisberto Augusto Martins Filho) de 1904. Foi compositor e letrista. Foi diretor artístico da gravadora Odeon. Sócio fundador da SBACEM, sociedade arrecadadora de direitos autorais na qual também atuou como membro da diretoria, exercendo o cargo de vice-tesoureiro. Considerado um incansável batalhador na defesa dos direitos autorais. Parceiro constantemente esquecido de Lupicínio Rodrigues em mais de dez composições, entre as quais, o clássico samba "Se acaso você chegasse", foi parceiro também de Hianto de Almeida, Buci Moreira, Ataulfo Alves, Cristóvão de Alencar, Peterpan, Zé Kéti e Benedito Lacerda, entre outros. Suas composições foram registradas pelos grandes nomes da música popular brasileira como Carlos Galhardo, Gilberto Alves, Orlando Silva, Moreira da Silva, Cyro Monteiro, Alcides Gerardi, Gilberto Milfont, Linda Batista, Dircinha Batista, Risadinha, Elza Soares, Lúcio Alves, Jair Rodrigues, Simone, e Paulinho da Viola. Embora tenha feito algumas valsas, compôs principalmente sambas e sambas-canção. Em cerca de 40 anos de carreira teve mais de cem obras gravadas.

Alguns sucessos:
Algum dia te direi - Gilberto Alves
Brasa - Orlando Silva
Canção de natal do Brasil - Francisco Alves
Maior é Deus - Francisco Alves
Mulata - Joel e Gaúcho
Natureza bela - Gilberto Alves
Se acaso você chegasse - Cyro Monteiro

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- Resumo biográfico no ICCA


Dia 09.05 - Falecimento do compositor, pianista, regente, orquestrador e letrista HENRIQUE VOGELER (Henrique Gypson Vogeler) em 1944. Criador, entre outras, da famosa "Linda Flor" (Ai ioiô), gravada originalmente por Aracy Cortes em março de 1929 com o título de "Iaiá" (Ai ioiô). Participou do teatro musicado intensamente, dando grande contribuição à música popular brasileira dos anos 1920 aos anos 1940. Começou a compor por volta de 1910 para um teatro de amadores organizado pelo engenheiro da EFCB, Manoel da Silva Oliveira, seu colega de trabalho.

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- Resumo biográfico no ICCA
- Zezé Gonzaga canta "Linda flor" no filme CHICO FUMAÇA
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 10.05 - Falecimento do poeta, compositor, cantor e teatrólogo CATULO DA PAIXÃO CEARENSE em 1946. Filho de Amâncio José Paixão Cearense (natural do Ceará) e Maria Celestina Braga (natural do Maranhão). Mudou-se para o Rio em 1880, aos 17 anos, com a família. Trabalhou como relojoeiro. Conheceu vários chorões da época, como Anacleto de Medeiros e Viriato Figueira da Silva, quando se iniciou na música. Integrado nos meios boêmios da cidade, associou-se ao livreiro Pedro da Silva Quaresma, proprietário da Livraria do Povo, que passou a editar em folhetos de cordel o repertório de modismos da época. Catulo da Paixão Cearense passou a organizar coletâneas, entre elas "O cantor fluminense" e "O cancioneiro popular", além de obras próprias. Vivia despreocupado, pois era boêmio, e morreu na pobreza. Em algumas composições teve a colaboração de alguns parceiros: Anacleto de Medeiros, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Francisco Braga e outros. Como interprete, o maior tenor do Brasil, Vicente Celestino. Suas mais famosas composições são "Luar do Sertão" (em parceria com João Pernambuco), de 1914, que na opinião de Pedro Lessa é o hino nacional do sertanejo brasileiro, e a letra para "Flor amorosa", que havia sido composta por Joaquim Calado em 1867 e aqui cantada por Aristarco Dias Brandão em 1913. Também é o responsável pela reabilitação do violão nos salões da alta sociedade carioca e pela reforma da ´modinha´.

Tributos em LP's 10 polegadas:

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- Resumo biográfico no ICCA
- Documentário sobre Catulo na RÁDIO BATUTA DO IMS
- Catulo da Paixão Cearense na RÁDIO UOL




Dia 11.05 - Aniversário de nascimento da cantora lírica brasileira BIDÚ SAYÃO. Bidú Sayão começou estudando canto com Elena Teodorini Elena Teodorini, uma romena que então vivia no Brasil. Elena a levou para a Romênia, onde continuou seus estudos. Mais tarde, foi para Nice, na França, onde foi aluna de Jean de Reszke, um tenor polonês que a ajudou a consolidar sua técnica vocal. Bidú estreou em 1926 no Teatro Costanzi de Roma, no papel de Rosina em O Barbeiro de Sevilha, de Rossini. Sua estreia no Metropolitan Opera House de Nova Iorque se deu em 1937 no papel de Manon na ópera de Massenet. Foi parte do elenco do Metropolitan durante muitos anos. Arturo Toscanini era seu admirador, referindo-se a ela como la piccola brasiliana (traduzido do italiano, significa "a pequena brasileira"). Em fevereiro de 1938, cantou para o casal Roosevelt na Casa Branca. Roosevelt lhe ofereceu a cidadania estadunidense, mas ela recusou. De acordo com ela mesma, "no Brasil eu nasci e no Brasil morrerei". Entretanto, ela morreu de pneumonia nos Estados Unidos em 1999, antes de completar 97 anos, sem realizar um de seus desejos: rever a Baía de Guanabara. Havia uma viagem agendada para este propósito no ano de seu centenário, mas a soprano faleceu antes disso. Ao morrer, morava na cidade de Lincolnsville, no estado americano do Maine, onde residiu grande parte de sua vida.

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- Resumo biográfico no NET SABER



Dia 12.05 - Nascimento do cantor e compositor JAMELÃO (José Bispo Clementino dos Santos) de 1913. Conheceu ainda na infância os primeiros componentes da Mangueira, e integrou a bateria da escola tocando tamborim. Logo aprendeu cavaquinho e passou a cantar em gafieiras. Em 1945 participou do programa Calouros em Desfile, comandado por Ary Barroso, interpretando "Ai, que saudades da Amélia", de Ataulfo Alves e Mário Lago. A partir daí conseguiu trabalhos no rádio e em boates, participando também como crooner da Orquestra Tabajara de Severino Araújo, com quem excursionou à Europa. Consagrou-se principalmente como cantor de samba, emplacando sucessos como "Eu agora sou feliz" (José Batista e Mestre Gato), "Exaltação à Mangueira" (Enéas Brites e Aluisio da Costa), "Fechei a porta" (Sebastião Motta e Ferreira dos Santos), "Folha morta" (Ary Barroso), "Leviana" (Zé Kéti), "Matriz ou filial" (Lúcio Cardim), "Não põe a mão" (P.S. Mutt, A. Canegal e B. Moreira), "O samba é bom assim" (Norival Reis e Helio Nascimento) e "Quem samba fica" (José Batista e Tião Motorista). Nos anos 50 começou a atuar como puxador de samba-enredo para a Estação Primeira de Mangueira tornando-se uma referência no gênero. É o maior intérprete dos sambas-canções doloridos de Lupicínio Rodrigues, como "Ela disse-me assim", "Esses moços", "Exemplo", "Quem há de dizer", "Sozinha" e "Torre de Babel". Gravou dois LPs dedicados à obra do compositor gaúcho, acompanhado pela Orquestra Tabajara do maestro Severino Araújo: "Jamelão interpreta Lupicínio Rodrigues" (1972) e "Recantando mágoas - A Dor e Eu" (1987).

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- Resumo biográfico no ICCA
- Ouça Jamelão na RÁDIO BATUTA
- Jamelão em trechos do programa MPB Especial na TV CULTURA
- Várias intervenções de Jamelão na série de programas VIVA O SAMBA



Dia 15.05 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor ALCIDES GERARDI (João Alcides Gerardi) de 1918. Nasceu em Porto Alegre, mas ainda criança mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou no comércio ao lado do pai até 1935, quando começou a carreira de cantor, como crooner numa orquestra de dancing. Em 1939, participou do grupo Namorados ao Luar como vocalista. Nesse mesmo ano, realizou uma gravação particular do samba "Não faça vontade a ela", de Nelson Cavaquinho. Dois anos depois, formou o conjunto Os Três Marrecos, com Marília Batista e Henrique, irmão da cantora, de curta duração. Em 1944, atuou como crooner da orquestra de danças de Simon Bountman e foi convidado para trabalhar na Rádio Transmissora. Seu primeiro disco comercial foi lançado pela Odeon em 1946, trazendo a música "Lourdes" (George Brasse e Mário Rossi). Três anos mais tarde foi contratado pela Rádio Tupi, onde permaneceu até 53, quando foi para a disputada Rádio Nacional. Gravou dezenas de discos, especialmente na Odeon e na CBS, e foi também letrista de canções como "Filha do coronel" (com Irani de Oliveira), tendo parceiros como Ernani Campos e Othon Russo. Obteve grande êxito com gravações como as de "Antonico" (Ismael Silva), "Brotinho maluco" (Aníbal Cruz), "Cabecinha no ombro" (Paulo Borges), "Saudades do passado", "Você é que pensa", "Só resta uma lágrima", "Castelo de areia" (Geraldo Jacques, Isaías Freitas e Meirinha), "E eu sem maria" (Dorival Caymmi e Alcyr Pires Vermelho), entre outras. Alcides morreu por complicações decorrentes de um acidente de carro, quando voltava de um show pela Via Dutra.

Primeiros LP's (10 polegadas):

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- Resumo biográfico no ICCA



Dia 15.05 - Aniversário de nascimento do cantor MANOEL MONTEIRO de 1909. Veio com o pai para o Brasil em 1923, aos 14 anos de idade. Dois anos mais tarde, seu pai regressou a Portugal, e ele passou a viver sozinho na cidade do Rio de Janeiro. Empregou-se no comércio, trabalhando como caixa. Ingressou na escola de balé, onde estudou sob a orientação de Maria Olenewa. Em 1927, passou a integrar o corpo de balé do Teatro Municipal, onde se manteve até 1930, quando foi proibido de dançar devido a problemas cardíacos.

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- Blog com um programa montado sobre a vida de MANOEL MONTEIRO



Dia 16.05 - Aniversário de nascimento do cantor VASSOURINHA (Mário Ramos de Oliveira) de 1923. Vassourinha viveu apenas 19 anos interrompendo-se assim uma possibilidade de carreira artística de sucesso como sambista, seja pela beleza de sua voz como pela segurança do seu fraseado. Iniciou a carreira de cantor em meados dos anos 30, em São Paulo. Trabalhou com a cantora Isaura Garcia na Rádio Record, mas em seguida foi para o Rio de Janeiro, onde gravou os seis discos de sua carreira. Em 1941 gravou "Juraci" (Antônio Almeida e Ciro de Souza) e "Seu Libório" (João de Barro e Alberto Ribeiro) no seu disco de maior sucesso.

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- Obra completa em discos 78 rpm no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 17.05 - Aniversário de nascimento do compositor e instrumentista JOÃO DA BAIANA (João Machado Guedes) de 1887. Nasceu no Rio de Janeiro, em uma família baiana de 12 irmãos, em que era o mais novo. Na infância frequentou as rodas de samba e macumba que aconteciam clandestinamente nos terreiros cariocas. Participou de blocos carnavalescos e é tido como o introdutor do pandeiro no samba. Teve por muito tempo um emprego fixo não relacionado a música, tendo inclusive recusado, em 1922, viajar com Pixinguinha e os Oito Batutas para não perder o posto de fiscal da Marinha. A partir de 1923 passou a compor e a gravar em programas de rádio, e em 1928 foi contratado como ritmista. Além do pandeiros, sua especialidade era o prato e faca, popular nas gravações da época. Algumas de suas composições da época foram "Pelo amor da mulata", "Mulher cruel" por Almirante e o Pessoal da Velha Guarda, "Pedindo vingança" e "O futuro é uma caveira". Integrou alguns dos pioneiros grupos profissionais de samba, entre eles o Conjunto dos Moles, Grupo do Louro, Grupo da Guarda Velha e Diabos do Céu. Participou da famosa gravação organizada por Heitor Villa-Lobos a bordo do navio "Uruguai" em 1940, para o disco "Native Brazilian Music", do maestro Leopold Stokowski, com sua música "Ke-ke-re-ké". Na década de 50 voltou a se apresentar nos shows do Grupo da Velha Guarda organizados por Almirante, e continuou compondo até a década de 70. Em 1968 gravou com Pixinguinha e Clementina de Jesus o histórico LP "Gente da Antiga", produzido por Hermínio Bello de Carvalho, onde lançou, entre outras, as ancestrais "Cabide de Molambo" e "Batuque na Cozinha", depois regravada por Martinho da Vila.

CONVERSA DE BOTEQUIM COM JOÃO DA BAIANA. Um curta metragem de Luiz Carlos Lacerda. Participação de Donga e Pixinguinha.

Primeiro LP (10 polegadas):

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- Resumo biográfico no ICCA
- Documentário sobre João da Baiana na RÁDIO BATUTA DO IMS
- Pixinguinha, Baden Powell e João da Baiana interpretam LAMENTO
- Curta metragem CONVERSA DE BOTEQUIM COM JOÃO DA BAIANA



Dia 18.05 - Aniversário de nascimento do cantor, compositor, teatrólogo e poeta DE CHOCOLAT (João Cândido Ferreira) de 1887. Ficou conhecido com dois pseudônimos: Jocanfer, do início da carreira, e De Cocolat, depois de temporada em Paris. O público parisiense lhe conferiu o apelido por ele ser mulato. Quando voltou ao Brasil, adotou esse pseudônimo. A Revista do Teatro, publicada pela SBAT, em seu número de fevereiro de 1957, dedicou-lhe uma reportagem, por ocasião de sua morte, onde se lê: "Com a morte de De Chocolat perdeu o Rio de Janeiro um dos seus expoentes artísticos da Velha Guarda. Boêmio até a raiz dos cabelos, De Chocolat, cujo verdadeiro nome era João Cândido Ferreira, foi um artista completo de variedades: repentista, improvisador e imitador, que cantava com muita graça e dizia versos como pouca gente, com uma simplicidade de espantar." Em 1929, Francisco Alves gravou o seu samba "Mulata", pela Odeon e Sílvio Caldas, sua "Modinha brasileira", na Parlophon. No mesmo ano, a cantora Laís Areda lançou, também na Odeon, o maxixe "Baianinha". Em 1932, Castro Barbosa lançou sua versão para o foxtrote "Boa-noite, querida". Ainda nesse ano, o grupo vocal As Três Marquesas gravou para a Victor sua versão para a valsa "Guarde a última valsa para mim", de Hirsch, Moacir Bueno da Costa gravou o fox canção "Olhos passionais", parceria com Gastão Bueno Silva, na Columbia, e Jorge Fernandes gravou na Victor a valsa "Aventuras de um beijo", com Guilherme Pereira. Ainda no mesmo ano, compôs com Oscar Mota o samba "Baianinha", gravado por Aracy Cortes na Parlophon e o fox-canção "Três horas da manhã", parceria com Manoel Pereira Franco, gravado por Moacir Bueno Rocha na Columbia. Em 1933, compôs com Caruzinho e Sílvio Caldas o samba "Na aldeia", gravado por Sílvio Caldas na Victor. Em 1934, sua marcha "Negra também é gente", parceria com Ary Barroso, foi gravada por Francisco Alves na Odeon. Em 1935, Augusto Calheiros gravou a valsa canção "Falando ao teu retrato", parceria com Meira e Aurora Miranda o samba canção "Meu branco", com Benedito Lacerda, ambas as gravações na Odeon. Em 1937, Gastão Formenti gravou pela Odeon a canção "Felicidade", com J. C. Rondon.

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Dia 19.05 - Aniversário de nascimento do violonista e compositor CANHOTO DA PARAÍBA (Francisco Soares de Araújo) de 1928. Cresceu em uma família de músicos, ganhou um violão do pai e aprendeu a tocar por conta própria, em festas, saraus e feiras. Em 1953 assinou um contrato com uma rádio da Paraíba. Formou um conjunto regional, e tocou ao lado de Luperce Miranda e Rossini Ferreira. Foi para o Rio de Janeiro em 1959, onde seu virtuosismo despertou a atenção de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Radamés Gnattali e Paulinho da Viola. Em 1977 a gravadora Marcus Pereira lançou "Canhoto da Paraíba - Com Mais de Mil", incluindo composições de sua autoria.

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- Programa Ensaio (1/5) na TV CULTURA
- Programa Ensaio (2/5) na TV CULTURA
- Programa Ensaio (3/5) na TV CULTURA
- Programa Ensaio (4/5) na TV CULTURA
- Programa Ensaio (5/5) na TV CULTURA



Dia 23.05 - Falecimento do cantor, jornalista, artista plástico e compositor MANEZINHO ARAÚJO (Manoel Pereira de Araújo) em 1993. Pernambucano, aprendeu a cantar emboladas com um dos maiores mestres da região onde vivia, Minona Carneiro, cantor e compositor. Engajou-se como voluntário nas tropas que seguiram para a Revolução de 1932, mas quando seu pelotão chegou à Bahia os eventos no Sul já tinham terminado. Mesmo assim os soldados conseguem ser embarcados para o Rio de Janeiro, como prêmio. Na viagem de volta, uma apresentação de Carmen Miranda, Almirante e os violonistas Josué de Barros e Betinho possibilita o contato entre Araújo e os artistas. Cantando uma embolada recebe elogios e apoio da Carmen e Josué de Barros, que promete hospedá-lo caso decida ir para a capital. Araújo volta a Pernambuco, onde passa pouco tempo, e vai para o Rio de Janeiro em 1933, ficando na casa de Barros. Este consegue que se apresente na Rádio Mayrink Veiga, e que logo em seguida seja contratado pelo Programa Casé, de Adhemar Casé, na Rádio Philips. Logo em seguida grava o primeiro disco, com duas emboladas suas. Atua também no cinema, sempre como cantador de emboladas. De 1933 a 1956 gravou diversos discos de frevos, cocos, sambas e, claro, emboladas. Seus maiores sucessos foram "Segura o gato", "Sá turbina", "Como tem Zé na Paraíba" (com Catulo de Paula), êxito na voz de Jackson do Pandeiro, "Cuma é o nome dele?", "O carrité do coroné", "Tadinho do Manezinho" "Quando eu vejo a Margarida" e "Pra onde vai, valente?", todas de sua autoria, além de "Dezessete e setecentos", de Luiz Gonzaga e Miguel Lima. Foi um dos primeiros garotos-propaganda do Brasil, cantando jingles do sabonete Lifebuoy e sendo contratado pela fábrica do Óleo de Peroba. Atuou também como jornalista no rádio e na imprensa, onde escrevia uma coluna. Também foi um dos primeiros artistas a trabalhar na recém-criada televisão brasileira. Em 1954 decidiu abandonar a vida artística com um show que reuniu 10 mil pessoas. Depois disso dedicou-se a um restaurante de comida típica nordestina e, mais tarde, à pintura.

Primeiro LP (10 polegadas):

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Dia 23.05 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor SÍLVIO CALDAS (Sílvio Narciso de Figueiredo Caldas) de 1908.

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Dia 24.05 - Falecimento do compositor e pianista ALCYR PIRES VERMELHO em 1994. Mineiro de Muriaé, aprendeu piano cedo e trabalhou como pianista de cinema em sua cidade natal. Também tocava em festas e bailes, até que foi transferido para Carangola (MG), depois de aprovado em um concurso. Nessa cidade, organizou uma orquestra. Morou em outras localidades mineiras, inclusive Ubá, onde conheceu Ary Barroso. Em 1929 mudou-se para o Rio de Janeiro, travando amizade com Lamartine Babo, parceiro em sua primeira composição de carnaval, "Dá cá o pé, loura" (1933). Passou a tocar em casas noturnas e na Rádio Clube, até que em 1935 estourou seu primeiro grande sucesso, "O tic tac do meu coração" (com Walfrido Silva), na voz de Carmen Miranda. Carmen foi também a intérprete de "Paris" (com Alberto Ribeiro), marcha dedicada à seleção brasileira de futebol que partia para a Copa do Mundo de 1938, na França. "Paris" foi regravada por Elba Ramalho em 1998, por ocasião da segunda Copa realizada na França, e usada uma propaganda televisiva de chinelos. Com Ary Barroso, João de Barro, Lamartine Babo, Nazareno de Brito, Davi Nasser, Alberto Ribeiro, Jair Amorim, Pedro Caetano e outros, foi autor de grandes sucessos como "A casta Susana" gravada por Déo, "Alma dos violinos" gravada por Moraes Neto, "Canta, Brasil!" gravada por Francisco Alves, "Dá cá o pé loura" gravada por Lamartine Babo, "Dama das camélias" gravada por Francisco Alves, "Decadência de Pierrot" gravada pelos Irmãos Tapajós, "Esmagando rosas" gravada por Francisco Alves, "Está com sono vai dormir" gravada por Heleninha Costa, "Helena, vem me buscar" gravada por Castro Barbosa, "Laura" gravada por Jorge Goulart, "Mangueira em férias" gravada por Nuno Roland, "Maria Shangay" gravada por Agostinho dos Santos, "Mulher carinhosa demais" gravada pelos 4 Azes e 1 Coringa, "Onde o céu azul é mais azul" gravada por Francisco Alves, "Rio dos meus amores" gravada por Carlos Galhardo, "Roda de fogo" gravada por Mário Reis, "Sandália de prata" gravada por Francisco Alves, "Se alguém telefonar" gravada pelo Trio Nagô, "Tic Tac do meu coração" gravada por Carmen Miranda, "Velho Flamboyant" gravada por Jorge Goulart, entre outras.

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- Documentário sobre Alcyr Pires Vermelho na RÁDIO BATUTA DO IMS
- Revista Nosso Patrimônio no alcyrvermelho.blogspot.com



Dia 25.05 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor PARAGUASSU (Roque Ricciardi) de 1894. Filho de imigrantes italianos, nasceu e foi criado no bairro do Brás, em São Paulo. Aprendeu a tocar violão com um vizinho e logo se tornou um seresteiro famoso na região. Aos 14 anos se apresentava em um café e foi convidado para participar de um espetáculo no circo Spinelli. Na década de 20 fez gravações para a Casa Edison e ingressou em 1924 na Rádio Educadora Paulista, passando depois ao elenco da Columbia, onde trabalhou com o maestro Gaó. No período na Columbia gravou cerca de 150 músicas. Fez sucesso cantando modinhas, serestas e toadas sertanejas, como "Luar do sertão" (Catulo da Paixão Cearense e João Pernambuco), "Triste caboclo", "Lamentos" (Catulo da Paixão Cearense), "Tristezas do Jeca" (Angelino de Oliveira). Participou da Série Caipira de Cornélio Pires, em que gravou, sob o pseudônimo Maracajá, "A encruziada" (Angelino de Oliveira) e "Cantando o aboio" (Angelino de Oliveira e Cornélio Pires). Seu último grande sucesso foi a modinha "Perdão, Emilia" (J.H. Silva e Juca Pedaço), de 1945.

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Dia 27.05 - Aniversário de nascimento da compositora e pianista CAROLINA CARDOSO DE MENEZES (Carolina Cardoso de Menezes Cavalcanti) de 1916. Começou a estudar piano ainda jovem, por influência do pai, também pianista. Diplomou-se pelo Instituto Nacional de Música em teoria e solfejo e começou a trabalhar nas emissoras de rádio do Rio de Janeiro. Nos anos 30 gravou algumas de suas composições pela Odeon. Fez um disco na década de 40 em companhia do violonista Garoto, e teve fundamental importância na transposição do choro para o piano. Compôs vários choros, valsas, sambas e boleros. Em 1997 gravou um CD pelo selo Accoustic, com clássicos do choro, chamado "Preludiando".

Composições instrumentais interpretadas por Carolina Cardoso:
1933 - "I have money"
1933 - "My sweet heaven"
1934 - "Comigo é assim"
1934 - "Preludiando"
1935 - "Novidade"
1955 - "Derrapando na gávea"

Primeiros LP's (10 polegadas):

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Dia 28.05 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor CYRO MONTEIRO de 1913. Costumava cantar informalmente em casa para os amigos, até que um dia, em 1933, Silvio Caldas, que frequentava sua casa, chamou-o para substituir Luís Barbosa em um programa da Rádio Philips. No ano seguinte foi contratado pela Rádio Mayrink Veiga, onde passou a cantar sempre em dupla com Luís Barbosa e caracterizou-se por se acompanhar sempre com uma caixa de fósforos para marcar o ritmo. Em 1936 fez a primeira gravação para o carnaval daquele ano, o que o projetou para o sucesso, levando-o a cantar ao lado de Carmen Miranda, Francisco Alves e Mário Reis. Um ano depois gravou seu primeiro grande êxito, "Se acaso você chegasse", de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins. Teve muitos outros sucessos nos anos 40, como "Falsa baiana", "Escurinho" (ambas de Geraldo Pereira) e "Boogie-woogie na favela" (Denis Brean). Em 1956 participou como ator da peça "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes.

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- Obra completa em discos 78 rpm no ACERVO COLLECTORS




Dia 28.05 - Falecimento do cantor GASTÃO FORMENTI em 1974. Nasceu em uma família italiana que morava em Guaratinguetá (SP), e trabalhou primeiramente como pintor. Já morando no Rio de Janeiro na década de 20, foi com um amigo à Rádio Sociedade e acabou se apresentando, um pouco de improviso, com a canção "Ontem ao luar" (Pedro de Alcântara e Catullo da Paixão Cearense). Seu primeiro disco saiu pela Odeon em 1927, e no ano seguinte emplacou o sucesso "Casa de caboclo" (Heckel Tavares e Luís Peixoto). Era também contratado da Rádio Mayrink Veiga e mais tarde da Rádio Clube. Gravou em 1932 um de seus maiores sucessos, "Maringá", de Joubert de Carvalho. Foi intérprete de várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como "De papo pro ar", "Zíngara" e "Beduíno". Nos anos 30 teve outros êxitos: "Na Serra da Mantiqueira" (Ari Kerner), "Samba da saudade" (Ronaldo Lupo e Saint-Clair Sena), "Coração, por que soluças?" (José Maria Abreu e S.C. Sena) e "Não sei para que viver" (S.C. Sena). Depois de 1941 decide afastar-se da carreira artística, dedicando-se mais à pintura. Ainda participa de gravações esporádicas nos anos 50, totalizando cerca de 300 músicas gravadas em mais de 150 discos de 78 rotações.

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- Resumo biográfico no ICCA
- Ouça agora Gastão Formenti na RÁDIO UOL
- Programa "Caricatura de Gastão Formenti" no ACERVO RADIOFÔNICO
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 29.05 - Aniversário de nascimento do compositor, pianista e violinista MARCELO TUPINAMBÁ (Fernando Álvares Lobo) de 1889. Filho do Maestro Eduardo Álvares Lobo e D. Maria Rodrigues de Azevedo Lobo, professora; sobrinho do maestro e compositor Elias Álvares Lobo. Ainda pequeno mudou-se para São Paulo, onde fez o curso primário. Na cidade de Pouso Alegre, preparou-se para ingressar na Escola Politécnica, formando-se em Engenharia Civil em 1914. Trabalhou como engenheiro mas, sentindo que a sua verdadeira vocação era a música, a ela passou a dedicar-se inteiramente. No ano de 1914, musicou a revista teatral de Danton Vampré, denominada "São Paulo Futuro" e, a partir daí, nada deteve sua carreira de compositor, que alcançou renome internacional. Naquele mesmo ano adotou o pseudônimo de Marcelo Tupynambá pois, à época, um "músico não era visto com bons olhos". Durante a sua carreira compôs mais de mil e duzentas melodias, das quais seiscentas foram impressas e gravadas. Marcelo Tupinambá foi autor do Hino Constitucionalista de 1932/MMDC, "O Passo do Soldado", para o qual Guilherme de Almeida escreveu depois a letra, com interpretação de Francisco Alves. Foi casado com Dona Irene Menezes Lobo, com quem teve os filhos: Cecilia, Helena, Samuel, Cláudio, Eduardo, Thereza e Ignês. A herma que os tieteenses ergueram em sua homenagem foi inaugurada em 27 de Agosto de 1967. O dia 30 de maio foi instituído Dia de Marcelo Tupynambá pela Lei n° 1.149 de março de 1972.

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- Site dedicado à memória de Marcelo Tupinambá por ALEXANDRE DIAS
- Programa especial sobre Tupinambá no site da CÂMARA DOS DEPUTADOS



Dia 30.05 - Falecimento do compositor, letrista, ator, poeta, radialista e advogado MÁRIO LAGO em 2002. Filho de um maestro, Antônio Lago, mas desde cedo dedicou-se às letras. Começou pela poesia, e teve seu primeiro poema publicado aos 15 anos. Sua estréia como letrista de música popular foi com "Menina, eu sei de uma coisa", parceria com Custódio Mesquita, gravada em 1935 por Mário Reis. Três anos depois, Orlando Silva realizou a famosa gravação do fox "Nada além", da mesma dupla de autores. Mário Lago ficou conhecido do grande público graças a seu trabalho como ator. Desde a época das novelas de rádio até a televisão atual, participou de novelas como "Casarão", "Pecado Capital" e "Brilhante", entre muitas outras. Entre suas músicas mais célebres estão: "Ai que saudades da Amélia" (Mário Lago e Ataulfo Alves) gravado por Ataulfo Alves, com seus versos "Amélia não tinha a menor vaidade / Amélia é que era mulher de verdade", ficou tão popular que o termo se tornou sinônimo de mulher submissa, dedicada aos trabalhos domésticos, que não reclama. "Atire a primeira pedra" (Mário Lago e Ataulfo Alves) gravado por Orlando Silva, "É tão gostoso, seu moço" (Mário Lago e Chocolate) gravado por Nora Ney, "Número um" (Mário Lago e Benedito Lacerda) gravado por Orlando Silva, "Fracasso" (Mário Lago) gravado por Francisco Alves, "Aurora" (Mário Lago e Roberto Roberti) gravado por Joel e Gaúcho.

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- Mário Lago canta Nada além
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Dia 31.05 - Falecimento do cantor e compositor ABÍLIO LESSA em 1975. Começou a carreira artística no princípio dos anos 1940. Atuou na Rádio Nacional onde se apresentou no programa "Dicionário Toddy" dirigido por Fernando Lobo. Em sua curta carreira fonográfica gravou um total de oito discos sendo cinco na RCA Victor, dois na Star e um na Continental. Em 1961, lançou um último disco, o LP "Quando canta o trovador" pela gravadora Philips. Faleceu aos 49 anos de idade, em decorrência de um câncer. Veja a obra completa de Abílio Lessa em discos 78 rpm:

01) "Barra azul", de Alberto Ribeiro e Alcyr Pires Vermelho
02) "Não fale mal de mulher", de Alberto Ribeiro e Saint Clair Sena
03) "Mimi", de Uriel Lourival
04) "Céu moreno", de Uriel Lourival
05) "Vem morena", de Alberto Ribeiro e Alcyr Pires Vermelho
06) "Ela é covarde", de sua autoria
07) "Vou vivendo", de Pixinguinha e Benedito Lacerda
08) "Naquele tempo", de Pixinguinha e Benedito Lacerda
09) "Symphonie", de Al Stone e Alberto Ribeiro
10) "Há muito tempo atrás", de Cahn, Styne e Osvaldo Santiago
11) "Minha cigana", de Pixinguinha e Benedito Lacerda
12) "Liberta meu coração", de Geraldo Pereira e José Batista
13) "Síria-libanesa", de Almanir Greco e Alcyr Pires Vermelho
14) "Margarida", de Edgard Nunes e Zeca do Pandeiro
15) "Velho barraco", de Cláudio Luiz
16) "Palheta da vida", de sua autoria

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