Collector's
Studios Ltda.
::: Collector's ::: Rádio Collector's

Ouvintes online:
• Visualizar em 800 X 600 pixels • Internet Explorer ou Firefox
HOME NOSSA PROPOSTA O DISCO O RÁDIO NOTÍCIAS RECADASTRAMENTO FALE CONOSCO BUSCAS LOJA
     
Web Site




   Collector's Notícias - retrospectiva junho

     
Dia 02.06 - Comemora-se o aniversário de nascimento do cantor, compositor, percussionista e cuiqueiro GERMANO MATHIAS de 1934. Sambista nascido no bairro da Barra Funda, em São Paulo, foi contratado pela Rádio Tupi em 1955, depois de se apresentar em um programa de calouros da emissora cantando um samba. No ano seguinte lançou o primeiro disco, com a música "Minha nega na janela" (com Doca). Em 1957 saiu seu primeiro LP, "Germano Mahtias, o Sambista Diferente", título que se devia à sua maneira diferente de interpretar sambas e ao acompanhamento percussivo feito por tampa de lata, que executava. "Guarde a sandália dela", samba composto em parceria com Sereno em 1958, foi um dos seus grandes sucessos. Foi também um intérprete assíduo dos sambas de Zé Kéti: "Nega Dina", "Malvadeza Durão" e "O Assalto" são exemplos. Firmou-se como um dos grandes nomes do samba paulista, mas ultimamente não tem gravado tanto. Apresentou-se em 2000 no programa Musikaos, da TV Cultura.

No ano de 1959 é lançado o filme QUEM ROUBOU MEU SAMBA dirigido por José Carlos Burle (Cinedistri), no qual aparece contracenando com o ator Ankito e cantando "Figurão", composição de sua autoria em parceria com Doca.

Primeiro LP 10 polegadas:

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Germano Mathias canta "Figurão" no filme de 1959 QUEM ROUBOU MEU SAMBA




Dia 03.06 - Falecimento do cantor e compositor RISADINHA (Francisco Ferraz Neto) em 1976. Devido a seu modo jovial de encarar a vida, sempre sorrindo, recebeu o apelido de Risadinha. Nascido em São Paulo, onde começou sua carreira, transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1945, tornando-se um dos mais característicos defensores do samba carioca. Várias vezes campeão do Carnaval, como cantor e também como compositor, Risadinha especializou-se no chamado "samba de breque", do qual se tornou um dos melhores intérpretes, ao lado de Moreira da Silva e Jorge Veiga.

Principais sucessos carnavalescos na fase 78 rpm:

1951 - MEU PRIMEIRO AMOR
1952 - O DOUTOR NÃO GOSTA
1953 - SE EU ERREI
1954 - EM CADA CORAÇÃO UM PECADO
1956 - SACO DE PAPEL
1957 - TUMBA LELÊ
1960 - CACARECO É O MAIOR
1963 - PIRI...PIRI...
1963 - CADÊ BRIGITTE
1964 - DEIXA O MEU PRANTO ROLAR

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Conheça um levantamento único sobre A HISTÓRIA DA MÚSICA DE CARNAVAL



Dia 04.06 - Falecimento da cantora, atriz, cineasta, escritora e compositora GILDA DE ABREU em 1979. Pioneira como roteirista e atriz de cinema no Brasil. Foi uma das primeiras mulheres a dirigir filmes no Brasil, fazendo estrondoso sucesso com o melodrama "O Ébrio" de 1946, sobre a ascensão e decadência de um cantor em virtude de uma decepção amorosa e do alcoolismo. O papel principal foi de seu marido, o cantor e compositor Vicente Celestino, com quem se casou em 1933. Em 1930 gravou o primeiro disco pela Odeon interpretando as toadas "A baiana tem cocada", de Ari Kerner e V. de Castro e "Tenha medo do bicho", de José Luiz da Costa e Osvaldo Santiago. Escreveu também muitos livros infantis e romances, além de uma biografia de seu marido: "A Vida de Vicente Celestino".

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Com Vicente Celestino canta "Canção de amor" no filme CORAÇÃO MATERNO



Dia 05.06 - Aniversário de nascimento do cantor AUGUSTO CALHEIROS de 1891. Alagoano, era integrante do grupo Turunas da Mauricéia, formado em Recife e que contava também com Luperce Miranda. Os Turunas participaram da "invasão nordestina" que tomou conta do cenário musical carioca na segunda metade da década de 1920. Executando peças típicas como emboladas e baiões, os grupos que vinham do Nordeste exerceram crucial influência no que se produzia na então capital. O grupo terminou em 1929, e Calheiros permanece atuando em rádios, gravações e teatros. Como solista, trabalhou na Casa do Caboclo, de espetáculos regionais, e gravou para a Casa Edison canções sertanejas na década de 1930. Depois passou a contratado Victor, onde gravava também sambas e valsas. Ao todo, deixou 80 discos de 78 rpm, tendo sido o último em 1955, pouco antes da sua morte. Entre seus sucessos estão "Mané fogueteiro" (João de Barro), "Chuá, chuá" (Sá Pereira, Ari Pavão e Marques Porto), "Garoto da rua" (René Bittencourt), "Grande mágoa" (Clóvis Santos), "Audiência divina" (Guilherme de Brito), "Na praia" (Raul Moraes), "Saudade do meu norte" (com Arthur Goulart) e "Caboclo vingador" (Arthur Goulart e José Colombo).

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Obra completa em discos 78 rpm restaurada no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 05.06 - Aniversário de nascimento do cantor, compositor e ator IVON CURI (Ivo José Curi) de 1928. Passou a infância e parte da adolescência em sua cidade natal. Era filho de José Kalil Curi e de Maria Curi, e irmão do famoso locutor esportivo Jorge Curi e do locutor noticiarista Alberto Curi, ambos também falecidos. Foi batizado na Igreja Matriz de Caxambu, em 29 de março de 1929, pelo monsenhor José João de Deus, tendo como padrinhos Assad Safade e sua irmã mais velha, Jenny Curi, a qual passaria a criá-lo depois da morte de sua mãe, em 1936. No início dos anos 1940 mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou inicialmente na Pan American Airlines em terra. Iniciou sua carreira artística como cantor em 1947, contratado como cantor principal da orquestra do maestro Zaccarias, do Hotel Copacabana Palace. Notabilizou-se também por suas participações como ator e cantor em inúmeras chanchadas da Atlântida durante a década de 50. Em 1960, gravou, ao lado de Elizeth Cardoso, um jingle para a campanha vice-presidencial de João Goulart. Em 1966, participou do programa Adoráveis Trapalhões com Renato Aragão, Wanderley Cardoso e Ted Boy Marino. Nos anos 80 foi homenageado pelo diretor Ivan Cardoso em As Sete Vampiras e O Escorpião Escarlate, filmes nos quais reproduz o seu tipo aristocrático e abobalhado dos tempos de Atlântida. Seu último personagem em televisão foi o gaúcho Gaudêncio da Escolinha do Professor Raimundo. Também conhecido pela dublagem brasileira de Lumière, o castiçal de A Bela e a Fera, clássico da Disney. Ivon Curi morreu aos 67 anos de idade na cidade do Rio de Janeiro.

Principais sucessos em discos 78 rpm:

1949 - Me Leva (com Carmélia Alves)
1950 - Tá fartando coisa em mim
1950 - Nego, meu amor (com Marlene)
1953 - João bobo
1953 - O xote das meninas
1953 - Amor de hoje
1954 - Sob o céu de Paris
1955 - Farinhada
1957 - Comida de pensão
1970 - Procurando tu
1971 - Capim gordura

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Icon Curi canta "Delicadeza" no filme DEPOIS EU CONTO



Dia 06.06 - Falecimento do cantor e compositor MOREIRA DA SILVA (Antônio Moreira da Silva) em 2000. Carioca e filho de pai músico (trombonista da Polícia Militar) que morreu quando ele tinha 11 anos, teve que abandonar a escola para trabalhar muito cedo. Foi empregado de fábricas, tecelagens e chofer de praça e de ambulância, ao mesmo tempo em que frequentava rodas de malandros e boêmia. A estréia como cantor foi em 1931, quando gravou dois pontos de macumba ("Ererê" e "Rei da Umbanda") na Odeon. A partir daí entrou no meio do rádio, fez amizades e prosseguiu gravando outros discos e trabalhando em cassinos e rádios. Um grande sucesso veio em 1935, com "Implorar" (Kid Pepe, Germano Augusto e J. da Silva Gaspar). Notabilizou-se pelos sambas de breque que compôs e interpretou, tornando-se o maior nome nesse gênero musical. Ao que consta, sua primeira intervenção improvisada num intervalo de samba (um breque) foi em 1937, no samba "Jogo proibido" (T. Silva, David Silva e R. Cunha). Outros grandes sucessos que fez com seus breques criativos e impagáveis foram "Acertei no milhar" (Wilson Batista e Geraldo Pereira), "Amigo urso" (Henrique Gonçalves), "Fui a Paris" (com Roberto Cunha), "Na subida do morro" (com Roberto Cunha). Com a fama de malandro, passou a interpretar um personagens nos enredos de seus sambas de breque, o Kid Morengueira, presente no enorme sucesso "O rei do gatilho" (Miguel Gustavo), que originou uma série de sambas do mesmo autor que ele gravou dentro do tema cinematográfico. Lançou vários discos ao longo de sua carreira, foi enredo da escola de samba Unidos de Manguinhos em 1992 e em 1996 virou tema de livro com o lançamento de "Moreira da Silva - O Último dos Malandros", de Alexandre Augusto.

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Moreira da Silva canta "Na subida do morro" no filme MARIA 38
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTORS



Dia 07.06 - Aniversário de nascimento da cantora e compositora DOLORES DURAN (Adiléa da Silva Rocha) de 1930. A estreia artística foi aos dez anos de idade no programa Calouros em Desfile, comandado por Ary Barroso na Rádio Tupi, em que obteve o primeiro lugar. Dois anos depois, com a morte do pai, passou a trabalhar como atriz de teatro e de rádio. Aos 16 anos adotou o nome artístico Dolores Duran e foi crooner de boates cariocas. Em 1952 gravou o primeiro disco e começou a ficar famosa com suas interpretações de "Canção da volta" (Antônio Maria e Ismael Neto) e "Bom é querer bem" (Fernando Lobo). Sua primeira composição, em parceria com Tom Jobim, foi "Se é por falta de adeus", de 1955, gravada por Doris Monteiro. A parceira com Tom rendeu outros clássicos da MPB, como "Por causa de você" e "Estrada do sol" interpretado por Agostinho dos Santos. Outros sucessos compostos por Dolores foram "Fim de caso", "Solidão", "Castigo" por Nora Ney, e ainda parceiras com Ribamar: "Pela rua", "Ternura antiga" e "Ideias erradas". Excursionou em 1958 com outros artistas pela União Soviética, separando-se do grupo e passando uma temporada cantando em Paris. De volta ao Brasil no ano seguinte, compôs o seu maior sucesso, "A noite do meu bem" aqui interpretado por Sônia Dutra. Morreu aos 29 anos de parada cardíaca, provavelmente de overdose de barbitúricos, depois de uma apresentação na boate Little Club. Depois de sua morte precoce, sua fama cresceu muito, e vários artistas como Lúcio Alves e Nana Caymmi consagraram discos à sua obra. Em 1999/2000 a peça teatral "Dolores", que conta a história de sua vida, se apresentou com enorme êxito em grandes cidades brasileiras.

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Dolores Duran canta "Tião" no filme RICO RI À TOA



Dia 08.06 - Falecimento do instrumentista, compositor e regente RAUL DE BARROS (Raul de Machado de Barros) em 2009. Raul de Machado de Barros, autor do clássico samba-choro "Na Glória", foi um dos mais tradicionais trombonistas de gafieira. Desde os 8 anos de idade já tocava sax horn em bandas, e atuou profissionalmente desde a década de 30 em bailes e clubes dos subúrbios cariocas. Trabalhou nas rádios Tupi, Nacional e Globo, foi da orquestra do Copacabana Palace, sob regência do Maestro Carioca, tocou na orquestra RCA Victor com Pixinguinha, teve sua própria orquestra e gravou 48 discos, a maioria na década de 60. Inventou um estilo chamado "hot samba" e foi referência para inúmeros trombonistas brasileiros, inclusive Raul de Souza, que tomou-lhe emprestado o nome artístico (seu verdadeiro nome é João). Excursionou pela América do Sul acompanhando outros artistas e em 1966 foi para o Senegal participar do Festival de Arte Negra de Dacar. Nos anos 70 e 80 trabalhou em redes de TV e jingles comerciais.

LP's 10 polegadas de carreira:

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Arranjo do Pagode Jazz Sardinha's Club para o NA GLÓRIA
- Raul e o programa "O pessoal da Velha Guarda" no ACERVO RADIOFÔNICO
- Discografia 78 rpm no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 10.06 - Falecimento do compositor, cantor e radialista SILVINO NETO (Silvério Silvino Neto) em 1991. Silvino era filho de Ernesto e Leonor Dutra Silvino. O garoto estudou no Ginásio do Estado. Formou-se no secundário aos 17 anos. Começou sua vida profissional em seguida, em 1930,como cantor de tangos, na Rádio Educadora Paulista (hoje Rádio Gazeta). Marcelo Tupinambá, grande maestro à época, o aconselhou e mudar de gênero. E ele iniciou sua carreira como`cantor de música nacional e compositor. Aí fez sucesso. Cantou com as orquestras de Gaó, Osvaldo Borba, e outros. E formou trio com: Alvarenga e Ranchinho, que se chamava: “Mosqueteiros da Garoa”. Em 1936, deixou sua carreira de cantor de músicas românticas, foi para o Rio de Janeiro e iniciou sua carreira como`humorista. Foi contratado pela Rádio Nacional, em 1938 e imitava os cantores: Carlos Galhardo, Arnaldo Pescuma e outros. Em 1940, ganhou grande fama criando`“Pimpinela”, que se tornou personagem fixo e apareceu nos programas: “A Pensão de Pimpinela”. “Aventuras de Pimpinela” e “ Pimpinela, Anestésio e o Telefone”. Quando o Estado Novo de Getúlio Vargas acabou, ele lançou o programa:`“Futebol Político”, onde imitava à perfeição: Getúlio Vargas, Ademar de Barros e outros. Silvino Neto ganhou muita fama como compositor. Muitas de suas músicas são cantadas até hoje. Citemos: “Adeus (Cinco letras que choram)” originalmente gravada por Francisco Alves, “Eu não te dou a chupeta” originalmente gravada pelas Irmãs Pagãs, ”Uma saudade a mais, uma esperança a menos” originalmente gravada por Orlando Silva, “Valsa dos namorados” originalmente gravada por Francisco Alves, “Fantasma da felicidade” originalmente gravada por Ângela Maria, “Saudade da saudade” originalmente gravada por Dircinha Batista e muitas outras. Suas músicas foram gravadas pelos principais cantores da época, tais como: Orlando Silva, Francisco Alves, Ângela Maria, Carlos Galhardo e outros. Em 1950, Silvino Neto candidatou-se a vereador pelo Rio de Janeiro e foi eleito como o mais votado. Ele continuou compondo, mas afastou-se do rádio. Ele foi casado por pouco tempo com Naja Siqueira Campos e eles tiveram o filho Paulo Silvino.

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Depoimento gravado por ocasião dos 40 ANANOS DA RÁDIO NACIONAL
- Ficha dos programas Hotel da Pimpinela nas páginas do ACERVO
- Ficha dos programas Teatro Pulgueiro nas páginas do ACERVO
- Discografia 78 rpm de Silvino Neto no site COLLECTOR'S STUDIOS
- Ouça as composições de Silvino Neto na RÁDIO COLLECTOR'S MPB




Dia 10.06 - Falecimento do cantor VICTOR BACELAR em 2005. É de Victor Bacelar o privilégio de ter sido o primeiro cantor baiano a vir para o Rio de Janeiro e daqui projetar a Bahia no cenário radiofônico nacional; isto no ano de 1932. Contratado pela Rádio Mayrink Veiga para atuar ao lado de Francisco Alves, Orlando Silva, Carmen Miranda, Silvio Caldas e outros nomes famosos, Victor logo ascendeu a fama. A Mayrink era na época, a emissora de maior audiência do país e Cezar Ladeira, seu principal apresentador, anunciava Victor Bacelar como "A voz de ouro que a bahia nos mandou de presente!". A seguir vieram os contratos nas Rádios Nacional, Tupi, Transmissora e Globo e apresentações nos shows de gala dos extintos cassinos da Urca e de Icaraí onde dividiu o palco com grandes astros internacionais como : Pedro Vargas, Tito Guizar e Afonso Ortiz Tirado. Suas primeiras gravações em disco foram na RCA Victor e as demais na Odeon, Columbia, Continental, Copacabana, Mocambo, Sinter e Caravelle. Das inúmeras gravações em LPs, compacto e 78 rotações, várias tornaram-se sucesso: "Miss Brasil", de Wilson Batista e Jorge de Castro (Marcha em homenagem a Marta Rocha, a baiana eleita miss Brasil em 1954), "Não sei se é castigo", de Heitor dos Prazeres, "O grito de uma raça", que fez parte da trilha sonora do filme Rio Zona Norte, um clássico do cinema nacional, "Valsa da formatura", de Lamartine Babo e Jose Maria de Abreu. Sua última gravação foi "Namorado da lua" de autoria de Geraldo Nunes, Miguel Lima e Alvimar Leal em disco Caravelle em 1963.

Mais...
- Resumo biográfico no COLLECTOR'S STUDIOS



Dia 11.06 - Aniversário de nascimento do compositor, pianista, regente, orquestrador e letrista HENRIQUE VOGELER (Henrique Gypson Vogeler) de 1888. Criador, entre outras, da famosa "Linda Flor" (Ai ioiô), gravada originalmente por Aracy Cortes em março de 1929 com o título de "Iaiá" (Ai ioiô). Participou do teatro musicado intensamente, dando grande contribuição à música popular brasileira dos anos 1920 aos anos 1940. Começou a compor por volta de 1910 para um teatro de amadores organizado pelo engenheiro da EFCB, Manoel da Silva Oliveira, seu colega de trabalho.

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Zezé Gonzaga canta "Linda flor" no filme CHICO FUMAÇA
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 11.06 - Falecimento do compositor e pianista VADICO (Osvaldo Gogliano) em 1962. Foi um dos parceiros mais constantes do carioca Noel Rosa, embora não tão reverenciado quanto o compositor da Vila. Aos 16 anos começou a estudar música e aos 18 já tocava piano profissionalmente, quando venceu um concurso com "Isso mesmo é que eu quero". No ano seguinte, "Arranjei outra" foi gravada por Francisco Alves e "Deixei de ser otário", aqui na voz de Genésio Arruda, foi incluída em 1929 na trilha sonora do filme "Acabaram-se os Otários". Vadico conheceu Noel em 1932, nos estúdios da Odeon, que de imediato pôs letra em "Feitio de oração", aqui na voz de Aracy de Almeida. A partir daí surgiram parcerias memoráveis como "Feitiço da Vila" por João Petra de Barros, "Pra que mentir" por Sílvio Caldas, "Conversa de botequim" na voz do próprio Noel Rosa, "Cem mil réis" na voz de Marília Batista e Noel Rosa, "Provei" na voz de Marília Batista, "Tarzã, o filho do alfaiate" por Almirante, "Mais um samba popular", "Quantos beijos" na voz de Marília Btista e Noel Rosa e "Só pode ser você" na voz de Aracy de Almeida. Vadico compôs também com Marino Pinto (sucessos como "Prece" e "Súplica") e Vinicius de Moraes ("Sempre a esperar"). Em 1939, foi para os Estados Unidos apresentar-se com a orquestra de Romeu Silva na Exposição Internacional de Mundial de Nova York. No ano seguinte, voltou aos EUA e radicou-se na Califórnia, onde viveu durante oito anos. Gravou as músicas do filme "Uma noite no Rio", com Carmen Miranda. Compôs também "Ioiô", a pedido da Universal Pictures, que acabou virando tema de outro filme. Desde então, tornou-se pianista de Carmen Miranda e do Bando da Lua. Em 1943, a convite de Walt Disney, musicou o desenho animado "Saludos, amigos", que apresentou o papagaio Zé Carioca como símbolo do Brasil. Morou por 15 anos nos Estados Unidos, onde conseguiu cidadania e estudou com o maestro Mario Castelnuovo-Tedesco. Em 1949, rodou a Europa e as Américas dirigindo a orquestra da Companhia de Bailados de Katherine Dunham. Voltou ao Brasil em 1956, quando começou a trabalhar como diretor musical da TV Rio. Em 1962, enquanto preparava-se para um ensaio com uma orquestra no Estúdio da Columbia, sofreu uma ataque cardíaco e morreu.

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA


Dia 14.06 - Falecimento do cantor e compositor JAMELÃO (José Bispo Clementino dos Santos) em 2008. Conheceu ainda na infância os primeiros componentes da Mangueira, e integrou a bateria da escola tocando tamborim. Logo aprendeu cavaquinho e passou a cantar em gafieiras. Em 1945 participou do programa Calouros em Desfile, comandado por Ary Barroso, interpretando "Ai, que saudades da Amélia", de Ataulfo Alves e Mário Lago. A partir daí conseguiu trabalhos no rádio e em boates, participando também como crooner da Orquestra Tabajara de Severino Araújo, com quem excursionou à Europa. Consagrou-se principalmente como cantor de samba, emplacando sucessos como "Eu agora sou feliz" (José Batista e Mestre Gato), "Exaltação à Mangueira" (Enéas Brites e Aluisio da Costa), "Fechei a porta" (Sebastião Motta e Ferreira dos Santos), "Folha morta" (Ary Barroso), "Leviana" (Zé Kéti), "Matriz ou filial" (Lúcio Cardim), "Não põe a mão" (P.S. Mutt, A. Canegal e B. Moreira), "O samba é bom assim" (Norival Reis e Helio Nascimento) e "Quem samba fica" (José Batista e Tião Motorista). Nos anos 50 começou a atuar como puxador de samba-enredo para a Estação Primeira de Mangueira tornando-se uma referência no gênero. É o maior intérprete dos sambas-canções doloridos de Lupicínio Rodrigues, como "Ela disse-me assim", "Esses moços", "Exemplo", "Quem há de dizer", "Sozinha" e "Torre de Babel". Gravou dois LPs dedicados à obra do compositor gaúcho, acompanhado pela Orquestra Tabajara do maestro Severino Araújo: "Jamelão interpreta Lupicínio Rodrigues" (1972) e "Recantando mágoas - A Dor e Eu" (1987).

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Jamelão em trechos do programa MPB Especial na TV CULTURA
- Várias intervenções de Jamelão na série de programas VIVA O SAMBA



Dia 14.06 - Aniversário de nascimento da cantora e compositora LINDA BATISTA (Florinda Grandino de Oliveira) de 1919. Filha do humorista e ventríloquo Batista Júnior, começou no meio artístico muito cedo, assim como a irmã, Dircinha Batista. Na adolescência, Linda acompanhava Dircinha ao violão, até que um dia, em 1936, por causa de um atraso da irmã, apresentou-se como cantora no programa de Francisco Alves na Rádio Cajuti, iniciando uma carreira de muito sucesso. Linda foi a primeira Rainha do Rádio a ser eleita, e manteve o título por 11 anos. Atuou em filmes e foi crooner do Cassino da Urca até o seu fechamento, em 1946. Nos anos 50 apresentou na Rádio Nacional o seu próprio programa, "É uma coisa Linda". Também foi compositora de sambas-canção, e afastou-se da vida artística nos anos 60, depois da fase áurea do rádio. Entre seus maiores sucessos estão "Batuque no morro" (Russo do Pandeiro e Sá Róris), "Nega maluca" (Fernando Lobo e Evaldo Rui), "No boteco do José" (Wilson Batista e Augusto Garcez), "Risque" (Ary Barroso), "Tudo é Brasil" (Vicente Paiva e Sá Róris) e "Vingança" (Lupicínio Rodrigues).

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Linda Batista canta "Vingança" no ARQUIVO N
- Programa de estréia na Rádio Nacional intitulado É UMA COISA LINDA
- Obra 78 rpm 100% restaurada e digitalizada no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 16.06 - Falecimento do compositor, revistógrafo, humorista, radialista e produtor LAMARTINE BABO (Lamartine de Azeredo Babo) em 1963. Carioca, nasceu em uma família amante da música, o que o ajudou a se tornar um dos mais importantes compositores do Brasil. Chegou a compor algumas operetas e peças de teor sacro na juventude, quando trabalhava como office boy e frequentava as galerias do Teatro Municipal. Nos anos 20 saía com blocos de carnaval, e passou a colaborar com diversos pseudônimos em revistas satíricas e humorísticas, graças à sua capacidade de fazer trocadilhos e piadas. Ingressou no rádio em 1929, fazendo sketches e contando piadas, e no ano seguinte estreou seu próprio programa, Horas Lamartinescas. Na década de 30 compôs as marchinhas de carnaval mais populares até hoje: "A-E-I-O-U" (Lamartine Babo e Noel Rosa) gravada originalmente pelo próprio Lamartine Babo, "Canção pra inglês ver" gravada originalmente pelo próprio Lamartine Babo, "Cantores de rádio" (Lamartine Babo, João de Barro e Alberto Ribeiro) gravada originalmente por Carmen Miranda e Aurora Miranda, "Chegou a hora da fogueira" gravada originalmente por Carmen Miranda, "Grau dez" (Ary Barroso e Lamartine Babo) gravada originalmente por Francisco Alves e Lamartine Babo, "Hino do Carnaval Brasileiro" gravada originalmente por Almirante, "História do Brasil" gravada originalmente por Almirante, "Isto é lá com Santo Antônio" gravada originalmente por Carmen Miranda e Mário Reis, "Linda morena" gravada originalmente por Mário Reis e Lamartine Babo, "Marchinha do grande galo" (Lamartine Babo e Paulo Barbosa) gravada originalmente por Almirante, "O teu cabelo não nega" (Lamartine Babo e Irmãos Valença) gravada originalmente por Castro Barbosa e "Uma andorinha não faz verão" (Lamartine Babo e João de Barro) gravada originalmente por Alvinho. Sua produção é vastíssima no gênero em que foi mestre, mas Lalá (como era conhecido) também fez obras-primas no samba, como "A tua vida é um segredo" gravada originalmente por Mário Reis, "Eu sonhei que tu estavas tão linda" (Lamartine Babo e Francisco Mattoso) gravada originalmente por Francisco Alves, "Lua cor de prata" gravada originalmente por Zezinho, "No Rancho Fundo" (Lamartine Babo e Ary Barroso) gravada originalmente por Elisa Coelho, "Serra da Boa Esperança" gravada originalmente por Francisco Alves, "Só dando com uma pedra nela" gravada originalmente pelo próprio Lamartine Babo e Mário Reis e "Voltei a cantar" gravada originalmente por Mário Reis. Além disso, Lamartine, que tinha uma forma caricata de cantar acompanhando-se num trombone de boca, compôs hinos para os principais times de futebol cariocas: de seu América de coração aos hinos do Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Almirante e Babo cantam "As armas e os barões" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- Informações detalhadas e relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 18.06 - Falecimento da cantora DIRCINHA BATISTA (Dirce Grandino de Oliveira) em 1999. Filha do humorista e ventríloquo Batista Jr., começou a se apresentar como cantora aos 6 anos e gravou o primeiro disco aos 8 cantando "Borboleta azul" e "Dircinha" ambas de Gaó, Jonas e Zezinho. Participou por um ano do programa de Francisco Alves na Rádio Cajuti do Rio de Janeiro e estreou no cinema aos 13 anos de idade no filme "Alô! Alô!", de Wallace Downey no qual interpretou a marcha "Menina internacional" (João de Barro e Alberto Ribeiro). O primeiro grande sucesso foi "Periquitinho verde" (Antônio Nássara e Sá Roriz), no carnaval de 1938. A partir daí emplacou sucessivas músicas em suas apresentações em rádios, teatros e filmes, como "Eu quero é sambar" (Alberto Ribeiro e Peterpan), "Moleque teimoso" (Roberto Martins e Jorge Faraj), "Tirolesa" (Oswaldo Santiago e Paulo Barbosa) e "Upa Upa, meu trolinho" (Ary Barroso), Atuou também como radioatriz, e foi eleita Rainha do Rádio em 1947. Na década de 60 trabalhou na TV Tupi e nos anos 70 sua carreira artística entrou em declínio. Em 1999 o espetáculo teatral "Somos Irmãs" encenou a vida dramática de Dircinha e sua irmã Linda Batista aos palcos das principais cidades do Brasil, com enorme sucesso.

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Dircinha Batista canta "Pirata" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- "Muito riso pouco ciso" com Os Diabos do Céu no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- Obra 78 rpm 100% restaurada e digitalizada no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 19.06 - Falecimento da cantora, atriz e compositora HELOISA HELENA (Heloisa Helena de Almeida Lima) em 1999. Começou a carreira cantando amadoristicamente na Rádio Roquete Pinto onde foi ouvida por César Ladeira e por ele levada para a Mayrink Veiga, na qual efetivamente começou a carreira artística cantando músicas em inglês, idioma que dominava com facilidade. Conheceu nos anos trinta importantes artistas da música popular como Noel Rosa. Em 1936, atuou no histórico filme musical brasileiro "Alô, Alô, Carnaval!" do qual participaram também, entre outros, Carmen Miranda, Aurora Miranda, Dircinha Batista, Bando da Lua, Os Quatro Diabos, Almirante e Mário Reis. Em 1951 foi convidada por Chianca de Garcia a ingressar na televisão, na então recém-inaugurada TV Tupi do Rio. Participou de vários teleteatros, entre os quais "Um Bonde Chamado Desejo" e "A Rosa Tatuada". Heloísa Helena também se dedicou a apresentar e dirigir programas de televisão, como a versão brasileira do programa "What's My Line?"

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Heloisa Helena canta "Tempo bom" no filme ALÔ ALÔ CARNAVAL
- Heloisa Helena no programa americano WHAT'S MY LINE
- "Caricatura de Heloisa Helena" no ACERVO RADIOFÔNICO COLLECTOR'S



Dia 20.06 - Falecimento da cantora ARACY DE ALMEIDA (Aracy Teles de Almeida) em 1988. Considerada a maior intérprete de Noel Rosa, Aracy de Almeida começou cantando em igrejas do subúrbio do Rio até ser levada para o rádio por intermédio de Custódio Mesquita, que a ouviu cantar em 1933. Logo fez fama como intérprete de sambas nas rádios Philips, Mayrink Veiga, Ipanema e Tupi e fez história com gravações antológicas de "Palpite infeliz" (Noel Rosa), "Tenha pena de mim" (Cyro de Souza e Babaú), "Fez bobagem" (Assis Valente), "Camisa amarela" (Ary Barroso) e "Feitiço da Vila" (Noel Rosa e Vadico). Foi, ao lado de Carmen Miranda, a maior cantora de sambas dos anos 30. Depois de atuar com sucesso na boate Vogue em Copacabana na década de 40, entre 1950 e 1951 gravou dois álbuns dedicados a Noel Rosa, que seriam responsáveis pela reavaliação da obra do poeta da Vila. Tinha uma personalidade franca e boêmia, falava sempre o que queria, e sua maneira de cantar foi determinante para definir os rumos do samba cantado por voz feminina. No final da vida atuava como jurada do programa A Buzina do Chacrinha e do Show de Calouros do Programa Silvio Santos, do SBT, em que era conhecida por dar notas baixas a quase todos os calouros.

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Documentário MOSAICOS com Aracy de Almeida (1/6) na TV CULTURA
- Documentário MOSAICOS com Aracy de Almeida (2/6) na TV CULTURA
- Documentário MOSAICOS com Aracy de Almeida (3/6) na TV CULTURA
- Documentário MOSAICOS com Aracy de Almeida (4/6) na TV CULTURA
- Documentário MOSAICOS com Aracy de Almeida (5/6) na TV CULTURA
- Documentário MOSAICOS com Aracy de Almeida (6/6) na TV CULTURA
- Radiofonização da vida de Aracy de Almeida no programa CARICATURAS
- Discografia 78 rpm 100% restaurada no ACERVO COLLECTOR'S





Dia 21.06 - Falecimento do compositor e violonista CLAUDIONOR CRUZ (Claudionor José da Cruz) em 1995. Nasceu em uma família de músicos, aprendeu a tocar cavaquinho e violão tenor, e na década de 30 montou o conjunto Claudionor Cruz e seu Regional, que atuou em diversas emissoras de rádio e TV do Rio e São Paulo. Sua primeira composição gravada foi "Tocador de violão", em 1935, por Augusto Calheiros. Atuou como compositor e instrumentista (também tocava bateria) em mais de 400 gravações. Com o parceiro Pedro Caetano compôs alguns clássicos imortais da MPB como "Eu brinco" gravado originalmente por Francisco Alves, "Caprichos do destino" gravado originalmente por Orlando Silva, "A felicidade perdeu seu endereço" gravado originalmente por Orlando Silva. Com Ataulfo Alves foi autor de "Sei que é covardia" e "Errei" gravado originalmente por Carlos Galhardo.

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Documentário com Claudionor Cruz (1/6) na TV CULTURA
- Documentário com Claudionor Cruz (2/6) na TV CULTURA
- Documentário com Claudionor Cruz (3/6) na TV CULTURA
- Documentário com Claudionor Cruz (4/6) na TV CULTURA
- Documentário com Claudionor Cruz (5/6) na TV CULTURA
- Documentário com Claudionor Cruz (6/6) na TV CULTURA
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 21.06 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor NELSON GONÇALVES (Antônio Gonçalves Sobral) de 1919. Nasceu em Santana do Livramento (RS) e mudou-se logo em seguida para São Paulo, onde foi morar no bairro do Brás. Foi jornaleiro, mecânico, engraxate e garçom, além de lutador de boxe na categoria peso-médio. Mesmo com o apelido de "Metralha", por causa da gagueira, decidiu ser cantor. Foi reprovado duas vezes no programa de calouros de Aurélio Campos. Finalmente foi admitido na rádio, mas dispensado logo depois. Seguiu para o Rio de Janeiro em 1939, onde trilhou mais uma vez o caminho dos programas de calouros, sendo reprovado novamente na maioria deles, inclusive no de Ary Barroso, que o aconselhou a desistir. Finalmente em 1941 conseguiu gravar um 78 rotações, que foi bem recebido pelo público. Passou a crooner do Cassino Copacabana Palace e assinou contrato com a Rádio Mayrink Veiga, iniciando uma carreira de ídolo do rádio nas décadas de 40 e 50, da escola dos grandes, discípulo de Orlando Silva e Francisco Alves. Alguns de seus grandes sucessos dos anos 40 foram "Maria Bethânia" (Capiba), "Normalista" (Benedito Lacerda e Davi Nasser) "Caminhemos" (Herivelto Martins), "Renúncia" (Roberto Martins e Mário Rossi) e muitos outros. Maiores ainda foram os êxitos na década de 50, que incluem "Última seresta" (Adelino Moreira e Sebastião Santana), "Meu vício é você" e a emblemática "A volta do boêmio" (ambas de Adelino Moreira). No final da década de 50 envolveu-se com cocaína, chegando a ser preso em flagrante em 1965, o que lhe trouxe problemas pessoais e profissionais. Superada a crise, lança o disco "A volta do boêmio nº 1", um grande sucesso. Continuou gravando regularmente nos anos 70, 80 e 90, reafirmado a posição entre os recordistas nacionais de vendas de discos.

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Nelson canta "Atiraste uma pedra" no filme CALA A BOCA ETELVINA
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 23.06 - Falecimento do cantor e compositor ASCENDINO LISBOA em 1975. Atuou entre fins da década de 1920 e fins da década de 1930. Gravou seu primeiro disco pela Victor em 1929 com acompanhamento da orquestra Victor cantando os sambas "Dou tudo", de André Filho e "Tapeação", de João Martins. No mesmo ano, gravou na Parlophon com acompanhamento da Simão Nacional Orquestra os sambas "Antes só", de Nilton Bastos e "Sabes por que?", de Aprígio de Carvalho. Em 1933, gravou pela Victor os sambas "Canta bem-te-vi", de Guilherme Pereira e "Agora é tarde", de André Filho, com acompanhamento do grupo Diabos do Céu. Em seguida, gravou em dueto com Raul Torres as modas-de-viola "Boi amarelinho", de Raul Torres, e "Pro mode namoração", de sua autoria. Nesse ano, ingressou na Columbia e gravou os sambas "Falta de consciência", de Ary Barroso e "Zombando da vida", de Ary Barroso e M. L. de Azevedo com acompanhamento de I . Kolman e sua orquestra do Lido do Rio de Janeiro. No ano seguinte gravou a canção "Quando a noite vem", de sua autoria. Foi contratado pela Odeon em 1936 e gravou com acompanhamento de Antenógenes Silva ao acordeom as marchas "Minha linda Guanabara" e "Boneca não tem coração", de Antenógenes Silva e Ernâni Campos. No ano seguinte, lançou de Bonfíglio de Oliveira e Valfrido Silva a marcha "Margarida" e o maxixe "O teu sapateado" com acompanhamento da Orquestra Odeon. Gravou oito discos pelas gravadoras Odeon, Columbia, Parlophon e Victor.


Dia 23.06 - Aniversário de nascimento do cantor JOÃO PETRA DE BARROS de 1914. Começou cantando, no início dos anos 30, no Programa Casé, na Rádio Philips. Em pouco tempo, conquistou fama por ter um timbre parecido com o de Francisco Alves, grande ídolo do rádio na época. Passou a ser chamado de "A voz de 18 quilates". Era figura constante em rodas de samba, juntamente com Noel Rosa, Luís Barbosa e Custódio Mesquita. Com eles e outros personagens de nossa música popular brasileira, entre os quais, Chico Alves, Benedito Lacerda, Lamartine Babo e outros, frequentava o famoso "Café da uma hora", situado no nº 476 da Rua São Francisco Xavier, zona norte do Rio de Janeiro. Entre suas gravações de maior sucesso estão o samba-canção de Custódio Mesquita "Palacete de malandro", o fox "Cantor de rádio", o samba "Caixa Econômica" gravado em dueto com Luís Barbosa, o samba "Feitiço da Vila" gravado em dueto com Noel Rosa, "Flor do lodo", "Santo Antônio amigo" e "Ninon". Foi também o responsável, em 1934, pelo lançamento da música "Linda pequena" de João de Barro e Noel Rosa, primeira versão da marcha "As pastorinhas" gravada no ano seguinte por Silvio Caldas.

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Montagem com a música "Cantor do Rádio" nos ENSAIOS EXPERIMENTAIS
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 24.06 - Aniversário de nacimento do cantor GASTÃO FORMENTI de 1894. Nasceu em uma família italiana que morava em Guaratinguetá (SP), e trabalhou primeiramente como pintor. Já morando no Rio de Janeiro na década de 20, foi com um amigo à Rádio Sociedade e acabou se apresentando, um pouco de improviso, com a canção "Ontem ao luar" (Pedro de Alcântara e Catullo da Paixão Cearense). Seu primeiro disco saiu pela Odeon em 1927, e no ano seguinte emplacou o sucesso "Casa de caboclo" (Heckel Tavares e Luís Peixoto). Era também contratado da Rádio Mayrink Veiga e mais tarde da Rádio Clube. Gravou em 1932 um de seus maiores sucessos, "Maringá", de Joubert de Carvalho. Foi intérprete de várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como "De papo pro ar", "Zíngara" e "Beduíno". Nos anos 30 teve outros êxitos: "Na Serra da Mantiqueira" (Ari Kerner), "Samba da saudade" (Ronaldo Lupo e Saint-Clair Sena), "Coração, por que soluças?" (José Maria Abreu e S.C. Sena) e "Não sei para que viver" (S.C. Sena). Depois de 1941 decide afastar-se da carreira artística, dedicando-se mais à pintura. Ainda participa de gravações esporádicas nos anos 50, totalizando cerca de 300 músicas gravadas em mais de 150 discos de 78 rotações.

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Ouça agora Gastão Formenti na RÁDIO UOL
- Programa "Caricatura de Gastão Formenti" no ACERVO RADIOFÔNICO
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 26.06 - Falecimento do clarinetista, arranjador, regente e compositor K-XIMBINHO (Sebastião de Barros) em 1980. Nasceu em Taipu (RN), e lá começou a tocar clarineta. Mais tarde mudou-se para Natal, onde entrou em um conjunto de jazz. Também tocou saxofone e requinta. Em 1938 passou a integrar a Orquestra Tabajara de Severino Araújo, e quatro anos mais tarde radicou-se no Rio de Janeiro, desligando-se da orquestra. Tocou em outras orquestras na década de 40, e foi também músico de estúdio, acompanhando cantores. Por volta de 1946 voltou a ingressar na Tabajara, que foi a primeira a gravar uma composição de sua autoria, o clássico choro "Sonoroso". Depois de estudar teoria musical com o maestro Koellreuter e tocar em boates, fez uma turnê pela Europa, na década de 50. De volta ao Brasil, trabalhou como arranjador na Odeon e na TV Globo. Outras de suas composições também se tornaram clássicos do choro, como "Eu quero é sossego", "Saudades de um clarinete" e "Gilka".

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Solo de Michel Moraes em "Velhos Companheiros" na JAZZ SINFÔNICA SP
- Programa "K-Ximbinho e Julie Joy" no ACERVO RADIOFÔNICO COLLECTORS



Dia 26.06 - Aniversário de nascimento do maestro, pianista, arranjador e compositor LYRIO PANICALI de 1906. Considerado um dos grandes maestros da Era de Ouro da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Lá, foi contratado em 1938, onde estreou no programa "Canção antiga", de Almirante. Formou a Orquestra Melódica Lyrio Panicali e começou a compor temas musicais para as novelas transmitidas pela emissora, destacando-se as valsas "Encantamento" e "Magia", em parceria com Raimundo Lopes, e "Ternura", com Amaral Gurgel. Escreveu trilhas sonoras para os filmes: Aves sem ninho (1939), Moleque Tião (1943), Este mundo é um pandeiro (1947), Dupla do baralho (1953), Nem Sansão, nem Dalila (1954). Foi um dos fundadores da Sinter, atuando também como diretor artístico da gravadora.

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Programa "Orquestra Melódica" no ACERVO RADIOFÔNICO COLLECTOR'S





Dia 27.06 - Aniversário de nascimento do cantor e compositor MURILO CALDAS de 1905. É do bairro de São Cristóvão, assim como seu irmão Sílvio Caldas. Compôs o samba "Alô melancia", e foi mostrá-lo a Eduardo Souto, diretor-artístico da Odeon. Depois de cantá-lo várias vezes, esperava um cantor indicado para gravar e, para sua surpresa, foi ele o indicado, tendo saído no disco Parlophon 13345, em 1931, gravando no lado B "Desilusão" (Ari Barroso). No Carnaval de 1932, gravou na Victor sua marcha "Isola, isola", em dueto com Carmen Miranda, e na Columbia as marchas "Sobe no bonde" (Arlindo Marques Júnior) e "A turma lá de casa" (Canuto), com sucesso. Nesse ano gravou com Sílvio Caldas o samba "Pobre e esfarrapada". Em 1933 gravou de sua autoria o samba "Desacato" (com Wilson Batista e Paulo Vieira), fazendo trio com Francisco Alves e Castro Barbosa, e o samba "Mossoró, minha nega" (Ari Barroso). A partir de 1938, passou a gravar com sua mulher, Lolita França, músicas bem-humoradas e bem-aceitas, tendo viajado pelo Brasil, Uruguai e Argentina. Em 1939 gravou de sua autoria os sambas "Lourinha audaciosa" e "Linha cruzada", e, em 1940, o samba "Mulher exigente" e a marcha "O papai e a filhinha" (com Miguel Lima). Bom sambista, compôs "Teleco-teco" (com Marino Pinto), interpretado por Isaura Garcia em 1942, com grande sucesso. No Carnaval de 1946, lançou a marcha "Marmiteiro" (Valdomiro Lobo), muito cantada. De 1931 a 1956, gravou cerca de 37 discos em 78 rpm com 65 músicas, os últimos com sua segunda mulher, a cantora Linda Marival.

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA




Dia 28.06 - Aniversário de nascimento do violonista, compositor e multiinstrumentista GAROTO (Aníbal Augusto Sardinha) de 1915. Foi um dos mais expressivos nomes do violão brasileiro. Filho de imigrantes portugueses, começou a trabalhar com 11 anos de idade como ajudante no comércio. Na mesma época começou a tocar banjo, por conta própria. Fez um teste para a rádio com o violonista Serelepe e em seguida gravaram um compacto de banjo e violão. A partir de então integrou diversos conjuntos instrumentais e orquestras, tocando, além de banjo, cavaquinho e bandolim. Em meados dos anos 30 mudou seu nome artístico de "Moleque do Banjo" para "Garoto". Tocou em cassinos em São Paulo, Rio Grande do Sul e Argentina, onde acompanhou Carlos Gardel. Por volta de 1939 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde passou a tocar com o violonista Laurindo de Almeida. Em seguida participou do Bando da Lua, que acompanhava Carmen Miranda, e excursionou aos Estados Unidos, onde ganhou o título de "O homem dos dedos de ouro". De volta ao Brasil, nos anos 40 foi contratado pela Rádio Nacional, onde trabalhou por vários anos, como acompanhante e solista. Gravou discos em parceria com a pianista Carolina Cardoso de Meneses. Seu maior êxito em vida foi o dobrado "São Paulo Quatrocentão", aqui interpretado por Hebe Camargo, escrito em parceira com Chiquinho do Acordeom para o Quarteto Centenário de São Paulo, que vendeu mais de 700 mil discos. Depois de sua morte ganhou novos parceiros, como Chico Buarque e Vinicius de Moraes, que colocaram letra em "Gente humilde".

Obra em discos 78 rpm:

1930 - Bichinho-de-queijo/Driblando
1936 - Moreninha/Dolente
1937 - Sobre o mar/Quinze de julho
1939 - Dá-me tuas mãos/Música maestro por favor
1941 - Compromisso para as dez/Ingratidão
1942 - Abismo de rosas/Quanto dói uma saudade
1942 - Maria Helena/Amoroso
1943 - Amor-Cielito lindo/Jalousie
1943 - Tico-tico no fubá/Carinhoso
1943 - Un peu d'amour/Amoreuse
1944 - Dor de um coração/Os patinadores
1944 - Rato rato/Fala, bandolim!
1946 - Ameno Resedá/Meu cavaquinho
1946 - Sonhador/Celestial
1949 - 1 x 0/Língua de preto
1949 - Puxa-puxa/Caramelo
1950 - Arranca toco/Desvairada
1950 - Dinorá/Beira-mar
1951 - Abismo de rosas/Tristeza de um violão
1951 - Errei, sim/Famoso
1951 - Meu coração/Triste alegria
1952 - Artigo do dia/Guanabara
1952 - Baião caçula/Perigoso
1952 - Kalú/Melancolie
1952 - Um baile em Catumbi/Sempre
1952 - Vamos acabar com o baile/Paulistinha dengosa
1953 - Cuco/Chegou a hora
1953 - Luzes da ribalta/Le Lac de come
1953 - São Paulo quatrocentão/Baião rouxinol
1953 - Xaxadinho/Cavaquinho boogie
1954 - Arucaia(com Joel de almeida)/Príncipe
1954 - Baião paulista/Romântico
1954 - Baile da Camacha/Corridinho 1951
1954 - O sino da capelinha/Polquinha sapeca
1954 - Sob o céu de Paris/Oh!
1955 - A abelha e a borboleta/João Viola
1955 - Valsa do adeus/Mazurka

Primeiro LP 10 polegadas solo:

Ouça os LP's 10 polegadas com o Trio Surdina:

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Site em homenagem a Garoto no IMS
- Site "O cancioneiro de Garoto" por Jorge Mello no SOVACO DE COBRA
- Arthur Moreira Lima interpreta "Duas Contas" no KAISER BOCK FESTIVAL



Dia 28.06 - Aniversário de nascimento da cantora GILDA DE BARROS de 1927. Era casada com o trombonista Raul de Barros. Em 1953, gravou o baião "Remador", de Osvaldo Silva Melo e Hélio Sindô e o bolero "Aquelas frases lindas", com Raul de Barros e sua orquestra. Ainda no mesmo ano, gravou o samba-canção "Eu sou a outra", de Ricardo Galeno e o fox "Peço desculpas", de Hoffman, Goodhart e Lourival Faissal. Em 1954, seriam gravados "Ave-Maria no morro", samba de Herivelto Martins, "Leva saudade", baião de Castro Perret e Osvaldo Silva e, ainda, o maracatu "Maracatucá", de Geraldo Medeiros e Jorge Tavares, com a orquestra de Raul de Barros. São de 1955 as gravações dos sambas "Não pode ser", de Ricardo Galeno e Maria Lopez e "A felicidade vem depois", de Raul de Barros e Zé Kéti. Em 1956, gravou pela Odeon o fox "Lavadeiras de Portugal", de Popp, Lucchesi e Joubert de Carvalho e o samba-canção "Vem viver ao meu lado", de Alcides Fernandes e Antônio Carlos Jobim, com acompanhamento da orquestra de Antônio Carlos Jobim. Em 1957, passou para a gravadora Todamérica, onde estreou gravando o samba-canção "Domínio", de Jota Jr. e Oldemar Magalhães e o bolero "Meu xodó", de Oscar Bellandi e Cícero Nunes. Seguiriam, em 1958, as gravações do samba-canção "Beijos mentirosos", de Osmar Safeti e Jaime Florence e do mambo "Covarde", de Getúlio Macedo e Lourival Faissal. No mesmo ano, gravou pela Sinter a marcha "Tentação de Momo" e o samba "Sei que voltarás", ambas de Alcebíades Nogueira e Luiz de França. Em 1962, gravou pela Mocambo a marcha "Você dá sopa demais", de Gracia, Tevê e J. Fonseca e o samba "Mais um amor", de Buci Moreira, Arnô Canegal e Jorge Gonçalves. São de 1964 as gravações, também pela Mocambo, da marcha "A bola do Maracanã", de Gracia e Chavito e do samba "O outro lado da vida", de J. Piedade e Moacir Vieira. Ainda nos anos 1960, gravou pela pequena gravadora Agems os sambas "Do Leblon a Cascadura", de Elias Ramos, Nelinho e Arnaldo Morais e "Resignação", de Elias Ramos e Nelinho.

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA


Dia 28.06 - Aniversário de nascimento do radialista e produtor JOSÉ MAURO de 1916. Nasceu em Cataguazes, em 1916. Iniciou suas atividades profissionais como repórter de A Noite, em 1935. Foi diretor artístico da Rádio Nacional de 1939 a 1946. Produtor, em conjunto com Haroldo Barbosa, Almirante e Radamés Gnatalli, de vários programas que entraram para a história da emissora, como "Um milhão de melodias", "Rádio Almanaque Kolynos", "Instantâneos sonoros do Brasil". Entre as novelas que escreveu destacam-se "Encontrei-me com o demônio", "Abismo" e "A sombra de Berenice", todas dirigidas por Victor Costa e apresentadas no horário nobre das 21 horas. Foi um pioneiro e é considerado, até hoje, um gênio da radiofonia brasileira. Faleceu em 30 de abril de 2004.

Mais...
- Resumo biográfico no SLIDEBOOM
- Site oficial em andamento: www.josemauroradialista.com



Dia 29.06 - Falecimento do cantor e compositor JORGE VEIGA (Jorge de Oliveira Veiga) em 1979. Um dos grandes astros do samba de breque (ao lado de Moreira da Silva), do samba de gafieira e da música de carnaval, Jorge Veiga era conhecido pelo balanço malandro da voz nos sambas anedóticos que respondiam por boa parte do seu repertório (tendo recebido de Paulo Gracindo a alcunha de “Caricaturista do Samba”). Carioca do Engenho de Dentro, ele viveu de biscates até que um de seus contratadores o levasse em 1934 à Rádio Metrópolis. Inicialmente trafegando pelo estilo mais empostado, Jorge aos poucos foi desenvolvendo a leveza e o bom humor em suas interpretações. O primeiro sucesso veio no carnaval de 1944, “Iracema”, de Raul Marques e Otolino Lopes. Outros seguiriam em fila, ao longo dos anos 40, 50 e 60: “Rosalina”, “Cabo Laurindo” (ambas de Haroldo Lobo e Wilson Batista), “Eu quero é rosetá” (Haroldo Lobo e Milton de Oliveira), “Estatutos da gafieira” (Billy Blanco), “Café Soçaite” (Miguel Augusto) e “Bigorrilho” (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil). Em 1971, lançou o LP “De Leve”, com Cyro Monteiro. Quatro anos depois, viria “O Melhor de Jorge Veiga”.

Jorge Veiga canta "Orora analfabeta"
no filme MINERVINA VEM AI

Primeiros LP's (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Documentário sobre Jorge Veiga na RÁDIO BATUTA (IMS)
- Relação de sucessos no ACERVO COLLECTOR'S



Dia 30.06 - Falecimento da compositora e pianista LINA PESCE (Magdalena Pesce Vitale) em 1995. Filha do maestro Giacomo Pesce, com quem teve as primeiras aulas de música. Aos 9 anos editou sua primeira composição, o tanguinho "Quantas vezes". Em 1933, casou com o editor Vicente Vitale, um dos fundadores da editora Irmãos Vitale. Nessa época mudou para o Rio de Janeiro. Em terras cariocas, estudou piano com Tomás Terán e solfejo, teoria e harmonia com Lorenzo Fernandes. Em 1970, voltou a morar em São Paulo. Autora de vários tangos brasileiros chegou a ser considerada a sucessora de Ernesto Nazareth. Autora de "Ben-te-vi atrevido", um sucesso internacional.

Primeiro LP (10 polegadas):

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Programa "Caricatura de Lina Pesce" no ACERVO RADIOFÔNICO




NEWSLETTER
Collector's Notícias
Assine e receba
informações por e-mail

C O L L E C T O R' S
Tablóides Collector's
Clipping 80's 90's
Notícias Online


09.2012 / 08.2012 / 07.2012 / 06.2012 / 12.2011 / 11.2011 / até 08.2011

CALENDÁRIO
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro

FONTES
Clique Music
ICCA
IMMB
IMS
Arquivo Nirez





Copyright © 1997 - 2016 - Collector's Studios de Restauração de Áudios Ltda. Todos os direitos reservados.
Caixa Postal, 92.888 - Centro - Teresópolis - RJ - CEP: 25953-970 - Telefax: 0**21 3643-6700